Mujeres Psicólogas: Desafíos en la Conciliación Entre los Roles de Cuidadora y Profesional
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i98p16648-16659Palabras clave:
Mujeres, Psicólogas, Trabajo femeninoResumen
Este artículo analiza la sobrecarga de las mujeres psicólogas a la luz de la teoría de las estructuras de poder que delimitan la identidad sexual. Se utilizaron datos estadísticos del último censo del Consejo Federal de Psicología en diálogo con estudios sobre la feminización de la profesión y el ideal de cuidado asociado a la práctica clínica. La revisión de los datos revela la permanencia de un perfil mayoritariamente femenino, a pesar del aumento de la diversidad, y pone de manifiesto la precariedad del trabajo, la baja remuneración y la exposición a riesgos laborales. Estos factores están asociados a la naturalización del cuidado como atributo femenino, lo que refuerza las desigualdades estructurales. El estudio señala la necesidad de profundizar en la articulación entre género, cuidado y trabajo en la psicología.
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