Impacto da Mortalidade Pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida no Estado do Ceará de 2002 - 2022
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i99p16890-16901Palavras-chave:
Epidemiologia, Registros de Óbitos, Síndrome da Imunodeficiência AdquiridaResumo
Objetivo: Analisar o impacto dos óbitos causados pela síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) no estado do Ceará entre 2002-2022. Método: Estudo epidemiológico, utilizando dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM/DATASUS), com base na CID-10 (código B24). Realizaram-se análises descritivas (frequência absoluta e relativa) de variáveis sociodemográficas e taxas de mortalidade. Resultados: Os óbitos foram mais frequentes entre homens (70%), na faixa etária de 30 a 39 anos (32%), de raça/cor parda (71%), solteiros (64%) e com 1 a 3 anos de escolaridade (21%). Conclusão: A mortalidade por AIDS ainda é significativa no Ceará. Estudos contínuos são essenciais para compreender a evolução da epidemia, orientar políticas públicas, melhorar o tratamento e promover estratégias eficazes de prevenção.
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