Desafíos y Potencialidades del Modelo de Atención a las Condiciones Crónicas

Autores/as

  • Melissa Galvão de Andrade Especialista em Medicina de Família e Comunidade. Mestranda em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Residência em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade de Pernambuco (UPE). Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). https://orcid.org/0009-0009-3056-0379

DOI:

https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17582-17597

Palabras clave:

Enfermedades crónicas, Atención Primaria de Salud, Modelos de atención de salud

Resumen

Objetivo: Revisar la literatura sobre los desafíos y potencialidades en la implementación de modelos de atención a condiciones crónicas en la Atención Primaria de Salud en Brasil. Método: Revisión integradora de estudios publicados en los últimos quince años, centrados en poblaciones adultas y mayores, en portugués, inglés o español. Se consultaron bases de datos internacionales y documentos oficiales de organizaciones de salud. La calidad metodológica fue evaluada mediante herramienta de análisis crítico. Resultado: Los principales desafíos identificados fueron la falta de planificación integrada, los recursos financieros limitados, las fallas de comunicación entre los niveles de atención, el bajo compromiso comunitario y la capacitación insuficiente de los profesionales. Entre las potencialidades se destacaron el cuidado centrado en la persona, la integración multiprofesional y el fortalecimiento de la autonomía del paciente. Conclusión: El fortalecimiento de la Atención Primaria, mediante modelos que aseguren continuidad del cuidado, participación activa de los usuarios y apoyo al autocuidado, es fundamental para reducir la fragmentación del sistema de salud.

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Publicado

2025-10-27

Cómo citar

Andrade, M. G. de. (2025). Desafíos y Potencialidades del Modelo de Atención a las Condiciones Crónicas. Saúde Coletiva (Barueri), 16(101), 17582–17597. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i101p17582-17597

Número

Sección

Revisión integradora