Violencia de Género: Situaciones de Vulnerabilidad de las Mujeres Agricultoras Familiares
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v15i97p16196-16211Palabras clave:
Violencia de Género, Violencia contra la Mujer, Vulnerabilidad en Salud, Población Rural, Servicios de Salud de la MujerResumen
Objetivo: identificar situaciones que hacen que las mujeres agricultoras familiares sean vulnerables a la violencia de género. Método: estudio exploratorio y descriptivo, con enfoque cualitativo, con 35 agricultores familiares de comunidades rurales del municipio de Barra Funda, Rio Grande do Sul, Brasil. Los datos fueron recolectados mediante entrevistas semiestructuradas y analizados mediante análisis de contenido temático. Resultados: se identificaron las siguientes situaciones que presentan la vulnerabilidad de las mujeres agricultoras familiares frente a la violencia de género: (falta de) aceptación, (falta de) conocimiento, culpabilización, abstención, silenciamiento, invisibilidad y aislamiento. Conclusión: La violencia de género en las zonas rurales se ve afectada por factores estructurales, culturales y geográficos que limitan el acceso de las mujeres a la información, los servicios de apoyo y la denuncia. Por ello, las políticas públicas y acciones para combatir la violencia contra las mujeres deben formularse teniendo en cuenta esta realidad.
Citas
Brasil. Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Vitrine da agricultura familiar [Internet]. [s.d.] [citado 21 de novembro de 2024]. Disponível em: http://sistemas.agricultura.gov.br/vitrine.
Brasil. Decreto nº 1.973, de 1º de agosto de 1996. Promulga a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, concluída em Belém do Pará, em 9 de junho de 1994 [Internet]. Brasília, DF: Casa Civil; 1996 [citado 21 de novembro de 2024]. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1996/d1973.htm.
Bandeira LM. Violência de gênero: a construção de um campo teórico e de investigação. In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org.). Pensamento feminista brasileiro: formação e contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. p. 293-314.
Scott J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. E&R [Internet]. 8º de março de 2017 [citado 2 de março de 2025];20(2). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71721.
Bukuluki P. et al. Vulnerability to violence against women or girls during COVID-19 in Uganda. BMC Public Health. 2023 Jan 5[citado 15 de março de 2025] ;23(1):23. Disponível em: https://bmcpublichealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12889-022-14951-7
El-Adawy M, Ronzoni AR, Sakr H. Addressing violence against women in the Eastern Mediterranean Region. East Mediterr Health J. 2021 May 27;27(5):431-432. doi: 10.26719/2021.27.5.431.
Stochero L, Pinto LW. Prevalência e fatores associados à violência contra as mulheres rurais: um estudo transversal, Pesquisa Nacional de Saúde, 2019. Ciênc. Saúde Colet.. 2024[citado 2 de março de 2025];29(1). Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/YM8wVpjFJgP3B3zcjmXHD3k/?format=pdf&lang=pt.
Stochero L, Pinto LW. Violência contra as mulheres que vivem em contextos rurais: uma revisão integrativa. Saúde Soc. [Internet]. 2023 [citado 15 março 2025];32(3):e210595. Disponível em: https://scielosp.org/pdf/sausoc/2023.v32n3/e210595pt/pt
Florêncio RS, Moreira TMM. Modelo de vulnerabilidade em saúde: esclarecimento conceitual na perspectiva do sujeito-social. Acta paul enferm [Internet]. 2021[citado 15 março 2025];34:eAPE00353. Disponível: https://doi.org/10.37689/acta-ape/2021AO00353
Minayo MCS. O desafio do conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. 14. ed. São Paulo: HUCITEC; 2014. 416 p.
Brasil. Senado Federal. Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher: DataSenado 2023. Brasília: Senado Federal, Instituto de Pesquisa DataSenado; 2023[citado 4 de março de 2025]. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/arquivos/pesquisa-nacional-de-violencia-contra-a-mulher-datasenado-2023.
Melo CM, Soares MQ, Bevilacqua PD. Violência sexual: avaliação dos casos e da atenção às mulheres em unidades de saúde especializadas e não especializadas. Ciênc Saúde Coletiva. 2022[citado 15 de março de 2025];27(9):3715-28. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/CjvBkCMNDbM47xWMgdTgMqq/?lang=pt
Ferraz BD, Silva SA, Simões IAR. Percepção da população feminina sobre a Lei Maria da Penha. Enferm Foco. 2020[citado 15 de março de 2025];11(4):101-6. Disponível em: https://orcid.org/0000-0003-4921-0343
Costa AB, Salci MA, Marques FRDM, Baldissera VDA, Carreira L. Giving meaning to internalized violence throughout life by older adults living in rural areas. Rev Bras Enferm [Internet]. 2024[citado 4 de março de 2025];;77(3):e20230163. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2023-0163
Lira KFS de, Castro RV de. A violência contra mulheres na representação de profissionais da saúde. Diáphora: Rev. Filosofia. 2020[citado 4 de março de 2025];9(2):40-48. Disponível em: https://www.sprgs.org.br/diaphora/ojs/index.php/diaphora/article/view/230/211.
Atta GP, Newton P, Shah TI. Insights Into Intimate Partner Violence: Exploring Predictive Factors in Ghana MICS 2018. Preprints. 2025 [citado 4 de março de 2025]. Disponível em: https://doi.org/10.20944/preprints202501.1520.v1.
Guimarães FL, Diniz GRS. Violência conjugal e naturalização pelos homens autores: negação, minimização e justificação. In: DURAND V, RIBEIRO HM, organizadores. Histórias de Amor Tóxico: a violência contra as mulheres. Brasília: Senado Federal; 2020[citado 4 de março de 2025]. p. 317-341. Disponível em: https://oabararuama.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Historias_amor_toxico.pdf. Acesso em: 7 dez. 2024.
Silva, NFN. da ., Presser, NH, & Lima, I. F. de .(2023). O comportamento em informação de mulheres vítimas de violência doméstica: análise das barreiras sociais de acesso à informação na perspectiva de Chatman. Em Questão, 29, e–125152. https://doi.org/10.1590/1808-5245.29.125152
Hoepers AD, Tomanik EA. Violência doméstica contra mulheres: um olhar pela via dos afetos. Psicologia em Revista. Belo Horizonte. 2021[citado 4 de março de 2025];27(1):1-20. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/per/v27n1/v27n1a02.pdf.
Santos KA, Bugai FA, Zarpellon BCO. “Aconteceu o pior”: lei e nomeação em casos de violência sexual. In: Melo E, Assad TM, organizadores. Advocacia criminal feminista. São Paulo: Tirant lo Blanch Brasil; 2020. p. 397-422.
Gehlen ME, Cherfem CO. Violência doméstica no campo: inexistente ou invisível? Rev Int Interdiscip INTERthesis [Internet]. 2021 [citado 2025 mar 16];18:1-21. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/interthesis/article/view/75244/46593
Lorenzoni C, Rodrigues SMR, Santos SF. Enfrentamento à violência contra a mulher. In: MedraziI AM, et al., organizadoras. Feminismo Camponês Popular: reflexões a partir de experiências no Movimento de Mulheres Camponesas. São Paulo: Outras Expressões; 2020.
Arisukwu O, Igbolekwu C, Adebisi T, Akindele F. Perception of domestic violence among rural women in Kuje. Heliyon. 2021[citado 4 de março de 2025];7(2). Disponível em: https://www.cell.com/action/showPdf?pii=S2405-8440%2821%2900408-4.








