La importancia del diálogo intercultural para la humanización de la atención de salud indígena
DOI:
https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v15i95p15848-15859Palabras clave:
Pueblos Indígenas, Humanización de la Atención, Asistencia Sanitaria Culturalmente Competente, Salud de las Minorías Étnicas, EtnicidadResumen
Introducción: ante la necesidad de lograr la humanización en contextos de atención multiculturales, especialmente en lo relacionado con la salud indígena, que aún encuentra legados etnocéntricos y coloniales en sus prácticas. Objetivo: reflexionar sobre el cuidado intercultural de la salud indígena, enfatizando la importancia del diálogo para la humanización de esta práctica de cuidado. Método: se trata de un ensayo teórico reflexivo, realizado desde una fundamentación socioantropológica indígena y de las ciencias de la salud, donde buscamos articular conceptos en torno al diálogo intercultural y la humanización de la salud. Resultados y discusión: el ensayo resultó en cuatro ejes temáticos donde se discutieron la permanencia del etnocentrismo en las prácticas de cuidado, las subjetividades y necesidades subjetivas de los pueblos indígenas y las posibilidades de humanizar el cuidado a través de un proceso de diálogo intercultural. Consideraciones finales: se identificó una posibilidad en el diálogo intercultural para promover la transversalidad de los saberes en los contextos de atención multicultural indígena.
Citas
Sartori D, Leivas PGC. O direito à saúde dos povos indígenas e o paradigma do reconhecimento. Rev Direito Prax. 2017;8(1):86–117. DOI: https://doi.org/10.12957/dep.2017.22581 DOI: https://doi.org/10.12957/dep.2017.22581
Ribeiro D. Os índios e a civilização. Global Editora e Distribuidora Ltda; 2017
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Demográfico 2022: indígenas: primeiros resultados do universo. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; 2023
Freitas FP de P, Luna WF, Bastos LO de A, Ávila BT. Experiências de médicos brasileiros em seus primeiros meses na Atenção Primária à Saúde na Terra Indígena Yanomami. Interface (Botucatu). 2021;25:e200212. DOI: https://doi.org/10.1590/interface.200212 DOI: https://doi.org/10.1590/interface.200212
Meira JC, Fernandes AKSiW. Saúde indígena no Brasil no século XXI e a Psicologia indígena. Amazônica-Revista de Psicopedagogia, Psicologia escolar e Educação. 2025;18(1):1569–1586
Kayser HE. Os direitos dos povos indígenas do Brasil: desenvolvimento histórico e estágio atual. SA Fabris; 2010
Lopes DC, Sathler CN. O papel da(o) psicóloga(o) na saúde indígena. Psicologia: Ciência e Profissão. 2022;42:e240841. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003e240841 DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003e240841
Abrunhosa MA, Machado FR de S, Pontes AL de M. Da participação ao controle social: reflexões a partir das conferências de saúde indígena. Saúde Soc. 2020;29(3):e200584. DOI: https://doi.org/10.1590/S010412902020200584 DOI: https://doi.org/10.1590/s0104-12902020200584
Silveira NH. Considerações sobre saúde indígena no Brasil a partir de alguns estudos antropológicos fundadores. Bol Mus Para Emílio Goeldi Ciênc Hum. 2022;17(1):e20210003. DOI: https://doi.org/10.1590 / 2178 -2547-BGOELDI-2021-0003 DOI: https://doi.org/10.1590/2178-2547-bgoeldi-2021-0003
Buchillet D. Cultura e saúde pública: reflexões sobre o Distrito Sanitário Especial Indígena do Rio Negro. In: Langdon EJ, Garnelo L, organizadores. Saúde dos Povos Indígenas: reflexões sobre antropologia participativa. Rio de Janeiro: Contracapa/ABA; 2004
Meneghetti FK. O que é um ensaio teórico? Revista de Administração Contemporânea. 2011;15(2):320–322. DOI: https://doi.org /10.1590 / S1415 -65552011000200010 DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-65552011000200010
Adorno TW. Notas de literatura. Rio de Janeiro: Editora 34; 2003
Teixeira DZ, et al. O encontro presencial na atenção à saúde indígena: uma perspectiva em Lévinas. Revista Brasileira de Enfermagem. 2018;71:2848–2853. DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0389 DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0389
Mauss M. Essai sur le don: forma e razão da mudança nas sociedades arcaicas. Pufe; 2023
Malinowskil B. Os argonautas do pacífico ocidental. São Paulo: Abril (Coleção Os Pensadores); 1976
Lévi-Strauss C. Tristes tropics. Pinguim Reino Unido; 2011
Lévi-Strauss C. Raça e história. Paris: UNESCO; 1952
Lévi-Strauss C. Pensamento Selvagem (o). Editora Papirus; 1990
Geetz CA. A interpretação das culturas (Wrober, F., Trad.). Rio de Janeiro, RJ: Zahar; 1978
Barros JAC. Pensando o processo saúde doença: a que responde o modelo biomédico? Saúde e Sociedade. 2002;11(1):67–84. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-12902002000100008 DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-12902002000100008
Capra F. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix; 1982
Pereira PA. A biomedicina como sistema cultural. Antropologia Experimental. 2019;(19). DOI: https://doi.org/10.17561/rae.v19.10 DOI: https://doi.org/10.17561/rae.v19.10
Coimbra JR, Santos RV, Cardoso AM. Processo saúde–doença. In: Barros DC, Silva DO, Gugelmin SÂ, organizadores. Vigilância alimentar e nutricional para a saúde indígena. Vol. 1. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ; 2007:47–74. DOI: 10.7476/9788575415870.004 DOI: https://doi.org/10.7476/9788575415870.004
Cadogan L. Aporte à etnografia do guarani de Amambaí, Alto Japão. Revista de Antropologia. 1962;10(1-2) DOI: https://doi.org/10.11606/2179-0892.ra.1962.110425
Garnelo L. Política de saúde indígena no Brasil: notas sobre as tendências atuais do processo de implantação do subsistema de atenção à saúde. In: Garnelo L, Pontes AL, organizadores. Saúde Indígena: uma introdução ao tema. Brasília: MEC-SECADI; 2012:18–59
Santos RV, Coimbra Jr. Saúde e povos indígenas. Editora Fiocruz; 1994 DOI: https://doi.org/10.7476/9788575412770
Pontes ALM, Garnelo L, Rego S. Reflexões sobre questões morais na relação de indígenas com os serviços de saúde. Revista Bioética. 2014;22:337–346. DOI : https://doi.org/10.1590/1983 -80422014222015 DOI: https://doi.org/10.1590/1983-80422014222015
Gallois DT. A categoria “doença de branco”: ruptura ou adaptação de um modelo etiológico indígena? In: Buchillet D, organizadores. Medicinas tradicionais e medicina ocidental na Amazônia. MPEG/CNPq/SCT/PR/CEJUP/UEP; 1991:175–205
Brooks L, Manias E , Bloomer M. Comunicação culturalmente sensível em saúde: uma análise conceitual. Collegian . 2019. DOI: https://doi.org/10.1016/J.COLEGN.2018.09.007 DOI: https://doi.org/10.1016/j.colegn.2018.09.007
Sabóia VM. Educação em saúde: a arte de talhar pedras. Niterói: Intertexto; 2003
Leininger MM. Diversidade e universalidade do cuidado cultural: uma teoria mundial de enfermagem. Jones & Bartlett Learning; 2006
Betancourt JR, Green AR, Carrollo JE, Ananeh-Firempong O. Definindo competência cultural: uma estrutura prática para abordar disparidades raciais/étnicas em saúde e assistência médica. Public Health Rep. 2003;118:293–302 DOI: https://doi.org/10.1016/S0033-3549(04)50253-4
Lévi-Strauss C. As estruturas elementares da família. Walter de Gruyter; 2009 DOI: https://doi.org/10.1515/9783110226089
Jabur SM, Silveira FA. Linguagem como abertura ao diálogo entre cuidado em saúde e educação médica. Rev Bras Educ Med. 2015;39(4):565–73. DOI : https://doi.org/10.1590/1981 -52712015v39n4e00802014 DOI: https://doi.org/10.1590/1981-52712015v39n4e00802014
Luft HM, Mota DS, Silva CS. Paulo Freire e o diálogo: interfaces entre a saúde pública e a educação escolar. Rev Contexto Educ. 2022;37(117):9–23. DOI : https://doi.org/10.21527/2179 -1309.2022.117.12882 DOI: https://doi.org/10.21527/2179-1309.2022.117.12882
Freire P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. 3.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1997
Freire P. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1987








