Desvendando a Sepse com Foco Urinário na Pediatria: Uma Revisão de Escopo

Autores

  • Lucas Dalvi Armond Rezende Enfermeiro pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestrando em Medicina pela disciplina de Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Docente do Centro Universitário Salesiano; lotado no Colegiado de Enfermagem do Centro Universitário Salesiano; Vitória; ES – BR. Universidade Federal do Rio de Janeiro; Programa de Pós-Graduação em Medicina (Endocrinologia); Departamento de Endocrinologia; Faculdade de Medicina - Rio de Janeiro; RJ – BR. https://orcid.org/0000-0002-3313-852X
  • Victória Gabriel Passos Graduanda em Medicina pela Faculdade Multivix. Vitória; ES – BR. https://orcid.org/0000-0003-3392-2872
  • Pedro Massaroni Peçanha Médico pela Universidade de Vassouras. Residência em Pediatria pelo Hospital Geral de Nova Iguaçu. Residência em Infectologia Pediátrica pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Mestre em Pesquisa aplicada à saúde da criança e da mulher pela FIOCRUZ. Vinculado ao departamento de Medicina da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM); Vitória; ES – BR. https://orcid.org/0000-0002-4151-5508
  • Rafaela Gava Secchin Graduanda em Medicina pela Faculdade Multivix. Vitória; ES – BR. https://orcid.org/0009-0009-8155-6230
  • Lucas Zon Andrade de Assis Médico pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vinculado ao Programa de Residência Médica em Clínica Médica do Hospital Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (HSCMSP); São Paulo; SP – Brasil. https://orcid.org/0009-0002-0536-1633
  • Marco Antônio Oliveira Brito Graduanda em Medicina pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vitória; ES – BR. https://orcid.org/0009-0001-5711-0353
  • Leonardo Gomes da Silva Enfermeiro pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Mestre e Doutorando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Docente do Departamento de Medicina e Enfermagem da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vitória; ES – BR. https://orcid.org/0000-0002-1820-8075
  • Lavinya Moreira Silva Funabashi Enfermeira pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Residente pelo Programa de Residência em Enfermagem em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (IDPC); São Paulo; SP – BR. https://orcid.org/0000-0003-4832-3143

DOI:

https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i98p16448-16469

Palavras-chave:

Sepse, Pediatria, Infecções Urinárias

Resumo

Objetivo. Mapear os principais indicadores clínicos e laboratoriais relacionados à urosepse pediátrica, contribuindo para a prática baseada em evidências. Métodos. Trata-se de uma revisão de escopo, a qual apropriou-se das bases Medical Literature Analysis and Retrieval System Online – MEDLINE/PubMed, Cochrane, LILACS, BDENF e Embase, com intervalo temporal de 2020 a 2025, em qualquer idioma. Foram excluídos os artigos repetidos e aqueles cujo a temática não era compatível com os do objetivo do trabalho. Resultados. Dos 641 artigos identificados inicialmente, 17 foram selecionados após triagem detalhada. A maioria dos estudos era de coorte e apresentava nível de evidência IV. Os critérios KDIGO foram amplamente utilizados para diagnóstico de insuficiência renal aguda, um dos principais desfechos associados à urosepse. Biomarcadores como uCXCL10 e DKK3 urinária mostraram-se promissores na predição de IRA séptica e mortalidade em crianças gravemente doentes. Conclusão. A gravidade da IRA é determinada pela alteração na creatinina sérica e débito urinário, sendo essencial o diagnóstico precoce para melhorar o prognóstico. Além disso, estratégias como atenuação da sobrecarga hídrica precoce e uso de biomarcadores podem auxiliar na redução da mortalidade. Reforça-se a importância da abordagem multidisciplinar no manejo da urosepse pediátrica e sugere que avanços na classificação e identificação precoce de biomarcadores podem contribuir significativamente para melhores resultados clínicos.

Biografia do Autor

Lucas Dalvi Armond Rezende, Enfermeiro pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestrando em Medicina pela disciplina de Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Docente do Centro Universitário Salesiano; lotado no Colegiado de Enfermagem do Centro Universitário Salesiano; Vitória; ES – BR. Universidade Federal do Rio de Janeiro; Programa de Pós-Graduação em Medicina (Endocrinologia); Departamento de Endocrinologia; Faculdade de Medicina - Rio de Janeiro; RJ – BR.

Enfermeiro pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestrando em Medicina pela disciplina de Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Docente do Centro Universitário Salesiano, lotado no Colegiado de Enfermagem do Centro Universitário Salesiano, Vitória, ES – BR. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em Medicina (Endocrinologia), Departamento de Endocrinologia, Faculdade de Medicina - Rio de Janeiro, RJ – BR.

Pedro Massaroni Peçanha, Médico pela Universidade de Vassouras. Residência em Pediatria pelo Hospital Geral de Nova Iguaçu. Residência em Infectologia Pediátrica pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Mestre em Pesquisa aplicada à saúde da criança e da mulher pela FIOCRUZ. Vinculado ao departamento de Medicina da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM); Vitória; ES – BR.

Médico pela Universidade de Vassouras. Residência em Pediatria pelo Hospital Geral de Nova Iguaçu. Residência em Infectologia Pediátrica pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Mestre em Pesquisa aplicada à saúde da criança e da mulher pela FIOCRUZ. Vinculado ao departamento de Medicina da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM), Vitória, ES – BR.

Lucas Zon Andrade de Assis, Médico pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vinculado ao Programa de Residência Médica em Clínica Médica do Hospital Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (HSCMSP); São Paulo; SP – Brasil.

Médico pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vinculado ao Programa de Residência Médica em Clínica Médica do Hospital Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (HSCMSP), São Paulo, SP – Brasil.

Leonardo Gomes da Silva, Enfermeiro pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Mestre e Doutorando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Docente do Departamento de Medicina e Enfermagem da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vitória; ES – BR.

Enfermeiro pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Mestre e Doutorando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Docente do Departamento de Medicina e Enfermagem da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Vitória, ES – BR.

Lavinya Moreira Silva Funabashi , Enfermeira pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Residente pelo Programa de Residência em Enfermagem em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (IDPC); São Paulo; SP – BR.

Enfermeira pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Residente pelo Programa de Residência em Enfermagem em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (IDPC), São Paulo, SP – BR.

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Publicado

2025-07-28

Como Citar

Rezende, L. D. A., Passos , V. G., Peçanha, P. M., Secchin, R. G., Assis, L. Z. A. de, Brito, M. A. O., Silva, L. G. da, & Funabashi , L. M. S. (2025). Desvendando a Sepse com Foco Urinário na Pediatria: Uma Revisão de Escopo. Saúde Coletiva (Barueri), 16(98), 16448–16469. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2025v16i98p16448-16469

Edição

Seção

Revisão de Literatura