https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/issue/feed Saúde Coletiva (Barueri) 2026-09-28T13:29:29-03:00 Revista Saúde Coletiva artigo1@mpmcomunicacao.com.br Open Journal Systems <p><span style="font-weight: 400;">A Revista Saúde Coletiva é uma publicação de acesso aberto, publicada pela Editora MPM Comunicação. Em 2017, adotou o uso de mídias sociais como ferramenta eficaz na disseminação do conhecimento científico, com a criação do seu perfil no </span><strong><em>Instagram</em></strong>,<strong><em> Facebook </em></strong>e<strong><em> LinkedIn</em></strong><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">A partir de 2020, adotou a </span><strong>publicação de fluxo contínuo de artigos</strong><span style="font-weight: 400;">. Com isso, acelera a publicação de um manuscrito já aceito e editorado. </span></p> <p>A Revista Saúde Coletiva aceita artigos inéditos e originais, condena o plágio e autoplágio. Aceita artigos escritos no idioma português, inglês e espanhol os quais devem ser destinados exclusivamente à Revista Saúde Coletiva, não sendo permitida sua apresentação simultânea a outro periódico, seja parcial ou integralmente. O limite é de até 8 (oito) autores por artigo.</p> <p>Tem como objetivo colaborar com o desenvolvimento técnico-científico dos profissionais da área.</p> <p> </p> <p><strong>ISSN Eletrônico</strong> <strong>-</strong> 2675-0244</p> <p><strong>ISSN Impresso - </strong>1806-3365</p> https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3578 Manejo da Ansiedade em Pacientes Odontológicos: Práticas Utilizadas por Cirurgiões-Dentistas 2025-08-13T10:45:48-03:00 Maria Fernanda do Carmo Vacari mariafernandavacari@outlook.com Milena de Oliveira Sousa mileneoliveira.endo@gmail.com <p>OBJETIVO: Analisar os métodos utilizados por cirurgiões-dentistas para o manejo da ansiedade em pacientes odontológicos, por meio de revisão integrativa da literatura. MÉTODO: Foram incluídos dezessete artigos publicados entre 2019 e 2024, selecionados nas bases SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde e Google Acadêmico, conforme critérios pré-estabelecidos. RESULTADO: As estratégias identificadas dividem-se em métodos farmacológicos, não farmacológicos e mistos. Técnicas não farmacológicas apresentaram boa aceitação, fácil aplicação e baixo custo, sendo eficazes em casos leves e moderados. Métodos farmacológicos mostraram-se essenciais em quadros severos, exigindo preparo técnico e infraestrutura adequada. Estratégias combinadas favoreceram atendimento mais humanizado e eficaz. CONCLUSÃO: O manejo adequado da ansiedade requer identificação do nível de ansiedade do paciente e adoção das intervenções mais apropriadas, contribuindo para o sucesso terapêutico e para o bem-estar do paciente.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Maria Fernanda do Carmo Vacari, Milena de Oliveira Sousa https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3985 Fatores Relacionados ao Desfecho de Óbito por Causas Externas: Revisão Integrativa 2026-07-30T11:07:01-03:00 Erik Arruda Pacher Agra erik.agra@sou.ufmt.br Gabriela Segura Landim gabriela.landim@sou.ufmt.br Gabriel Roberto Sodré gabriel_sodre2@hotmail.com Natalia de Carvalho Aquino natalia.aquino@sou.ufmt.br Anna Carolina de Moura Carlota anna.carlota@sou.ufmt.br Caio Vinicyus Pinheiro Souza caio.vinicyus@hotmail.com Yana Balduino de Araújo yanabalduino@gmail.com <p>Objetivo: identificar fatores relacionados aos óbitos por causas externas. Métodos: revisão integrativa cuja fonte dos dados foram PubMed, LILACS e Scielo, utilizando os termos: causas externas, violência, acidentes, óbito e mortalidade. Como critério de inclusão foram adotados ser estudos observacionais publicados nos últimos cinco anos. Foram encontrados 16.869 estudos, e após leitura de títulos, resumos e dos textos na íntegra, a amostra foi composta por 30 artigos. Resultados: Nos acidentes de trânsito os fatores mais predominantes foram o sexo e a idade. Para suicídio e homicídio, os fatores sexo masculino e idade produtiva predominaram; o sexo feminino e o idoso estiveram mais relacionados às quedas. Conclusão: O estudo apontou fatores relacionados ao desfecho de óbito por causas externas e reforçou a importância de reconhecer esses fatores para identificar grupos, comportamentos e condições mais expostas a aumentar a probabilidade de óbito e, assim subsidiar análises no sentido de evitabilidade desse desfecho.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Erik Arruda Pacher Agra, Gabriela Segura Landim, Gabriel Roberto Sodré, Natalia de Carvalho Aquino, Anna Carolina de Moura Carlota, Caio Vinicyus Pinheiro Souza, Yana Balduino de Araújo https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3527 Rastreamento do Câncer Cervical e a Relação com a Vacinação Contra Human Papillomavirus (HPV) 2025-06-25T09:30:51-03:00 Geraldo Gilberto Raikkoner Silva Gadelha gilbertosilvak06@gmail.com Luis Eduardo Siqueira da Costa le423752@gmail.com Antonio Jamelli Souza Sales jamellicronos@hotmail.com Antonio Rafael Coelho Jorge rafaelcj3@gmail.com Fabricy Fernandes Mota fabricyfmota@gmail.com <p>Este estudo visa analisar evidências científicas sobre os impactos da vacinação contra o <em>Human Papillomavirus </em>(HPV) na incidência de câncer do colo do útero. Trata-se de uma revisão integrativa com análise qualitativa. A coleta de dados foi realizada em três bases de dados, por meio dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) combinados com o operador booleano OR. A tipagem por biologia molecular do <em>Human Papillomavirus</em> demonstrou maior sensibilidade na detecção de lesões em comparação ao exame citopatológico. Ademais, mulheres vacinadas apresentaram menores chances de desenvolver câncer cervical em relação às não vacinadas. Conclui-se que a vacinação e a tipagem viral modificam a necessidade e a periodicidade do rastreamento, permitindo intervalos mais amplos e maior precisão. Apesar da redução da mortalidade entre jovens, o rastreamento contínuo permanece essencial em mulheres de faixas etárias mais avançadas. Destaca-se a importância de políticas públicas que integrem vacinação, rastreamento e ações educativas em saúde.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Geraldo Gilberto Raikkoner Silva Gadelha, Luis Eduardo Siqueira da Costa , Antonio Jamelli Souza Sales, Antonio Rafael Coelho Jorge, Fabricy Fernandes Mota https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3997 Impacto das Variáveis Ambientais Sobre Zoonoses e Arboviroses no Brasil na Perspectiva da Saúde Única: Revisão Integrativa 2026-08-10T13:48:17-03:00 Manuela Jacobina de Sá 823218297@ulife.com.br Erika Arjona erikaarjona0@gmail.com Paola Pires Gusmão 823124429@ulife.com.br Luna Maria Valentin Maciel 82321344@ulife.com.br Marcela Carlini Pedroso mcarlinip@gmail.com Carolliny Ichikawa carolliny.ichikawa@fmabc.net <p><strong>Objetivo:</strong> analisar e sintetizar as evidências disponíveis na literatura científica acerca da relação entre as alterações no uso da terra e na cobertura vegetal e a ocorrência de zoonoses e arboviroses. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados PubMed, BVS e SciELO. Foram incluídos 22 estudos nos idiomas inglês e português. <strong>Resultados:</strong> A maioria dos estudos foram realizados na Amazônia brasileira, as principais doenças foram leishmanioses, malária e arboviroses, associadas a fatores como desmatamento, perda de cobertura vegetal, mudanças no uso da terra, urbanização, expansão agropecuária e mudanças climáticas. As alterações ambientais favorecem a proliferação de vetores, intensificam o contato entre humanos e animais e aumentam o risco de transmissão de zoonoses. <strong>Conclusão: </strong>todas as alterações ambientais associadas ao aumento da temperatura e da densidade populacional ampliam os riscos epidemiológicos, reforçando a importância de políticas de conservação ambiental, planejamento urbano e manejo sustentável dos recursos naturais para a promoção da Saúde Única.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Srta, Srta, Srta, Srta, Srta, Carolliny Ichikawa https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3938 Evidências científicas relacionadas à caracterização sociodemográfica e clínicas dos pacientes oncológicos: uma revisão integrativa 2026-06-11T14:16:49-03:00 Helena Isaura Fernandes Pereira helena.isauraenf@gmail.com Ana Raquel Florindo Rangel Passos helena.isauraenf@gmail.com Kamilla da Silva Rodrigues helena.isauraenf@gmail.com Bruna Keiko Yoshino Barros helena.isauraenf@gmail.com Aliny Nunes da Cruz helena.isauraenf@gmail.com Paola Souza Santos helena.isauraenf@gmail.com Mariana Lenina Menezes Aleixo helena.isauraenf@gmail.com Rosane Maria Andrade Vasconcelos helena.isauraenf@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Analisar as evidências científicas que abordam a caracterização sociodemográfica e clínica de pacientes oncológicos. </span><strong>Método:</strong><span style="font-weight: 400;"> Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados SCIELO e BDENF. Foram incluídos artigos publicados no período de 2018 a 2023, disponíveis na íntegra.</span> <span style="font-weight: 400;">A estratégia de busca foi elaborada a partir do acrônimo PICo. </span><span style="font-weight: 400;">Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, os dados foram extraídos por meio de instrumento validado. </span><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> Foram identificados 26.312 artigos, dos quais 1.242 foram selecionados para leitura dos resumos e 33 para leitura na íntegra, resultando em 28 artigos elegíveis para o estudo. A amostra final foi composta por 28 estudos. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Compreender as características desses pacientes é essencial para a atuação da equipe multiprofissional, favorecendo o planejamento de ações mais efetivas e adequadas. Esse conhecimento pode subsidiar a implementação de estratégias de promoção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico precoce, educação em saúde e tratamento oportuno, contribuindo para uma atenção integral ao indivíduo.</span></p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Helena Isaura Fernandes Pereira https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3911 Perfil clínico e epidemiológico de usuários de análogos de insulina: análise populacional temporal. 2026-07-28T08:43:57-03:00 Luan Diniz Pessoa luan-diniz@hotmail.com Manuella Correia de Moraes Neves manuellamoraesneves02@gmail.com Vinicius Soares Ribeiro vinicius.rbxz@gmail.com Thais Teles de Souza thaisteles.ufpb@gmail.com Wênia Brito Barreto Faheina wenia.brito@ses.pb.gov.br Walleri Christini Torelli Reis thaisteles.ufpb@gmail.com Ana Carolina Melchiors ana.melchiors@ufpr.br <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">OBJETIVO</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">: Analisar o perfil epidemiológico, territorial, antropométrico e terapêutico de usuários com diabetes mellitus tipo 1 em uso de análogos de insulina no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica no estado da Paraíba entre 2022 e 2025.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">MÉTODO: </span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Estudo observacional, transversal e retrospectivo, baseado em dados secundários do sistema HÓRUS-Especializado. Foram analisados registros de dispensação de análogos de insulina no período de 2022 a 2025. Realizou-se análise descritiva das variáveis demográficas, territoriais, antropométricas e terapêuticas, com cálculo de frequências absolutas e relativas e medidas de tendência central.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">RESULTADO:</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;"> Observou-se crescimento contínuo no número de pacientes e na dispensação de análogos de insulina ao longo do período analisado, com maior expansão das insulinas de ação prolongada. A maioria dos usuários era adulta, com distribuição estável por sexo e concentração nos principais centros urbanos do estado. Em 2025, predominou o esquema terapêutico basal–bolus, enquanto usuários em esquema basal isolado apresentaram maior idade média e maior proporção de sobrepeso e obesidade.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">CONCLUSÃO</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">: O uso de análogos de insulina no SUS paraibano apresentou crescimento progressivo e perfil de utilização alinhado às diretrizes clínicas vigentes. Os achados fornecem subsídios para o planejamento da assistência farmacêutica regional e para o aprimoramento do cuidado às pessoas com diabetes mellitus tipo 1 no âmbito do sistema público de saúde.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">DESCRITORES</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">: Diabetes Mellitus; Insulina de Ação Prolongada; Assistência Farmacêutica; Sistema Único de Saúde; Acessibilidade aos Serviços de Saúde.</span></p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Luan Diniz Pessoa, Manuella Correia de Moraes Neves, Vinicius Soares Ribeiro, Thais Teles de Souza , Wênia Brito Barreto Faheina, Walleri Christini Torelli Reis , Ana Carolina Melchiors https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3991 Café com Conforto com Equipe Multidisciplinar: Percepção dos Usuários e Familiares em Cuidados Paliativos 2026-08-06T11:09:12-03:00 ANDREIA CORDEIRO andreia.cordeiro@dantepazzanese.org.br Milena David Narchi milenanarchi@uol.com.br Sergio Miguel Pires de Oliveira sergio.miguel@dantepazzanese.org.br Maria Teresa Cabrera Castillo mtc_castillo@hotmail.com Leonardo Domingos Biagio leonardo.biagio@dantepazzanese.org.br Denise Viana Rodrigues de Oliveira denise.oliveira@dantepazzanese.org.br Rika Miyahara Kobayashi rikam@dantepazzanese.org.br <p>Objetivo: Identificar a percepção de pacientes com cardiopatias e seus familiares/cuidadores sobre cuidados paliativos. Método: Pesquisa qualitativa, de pesquisa-ação, realizada em instituição pública de referência em cardiologia em São Paulo, entre maio e junho de 2025, junto a pacientes, familiares e cuidadores. A intervenção ocorreu por meio da criação de um espaço de acolhimento e da ação educativa "Café com Conforto", promovendo humanização e participação dos usuários; os dados foram coletados por meio de questionário. Resultados: Os pacientes associaram cuidados paliativos ao cuidado integral, humanizado e ao prolongamento da vida com qualidade. Familiares destacaram a qualidade de vida e a terminalidade. A participação na ação educativa gerou satisfação, aprendizado e troca de experiências, além de sentimentos positivos. Conclusão: A estratégia possibilitou reflexão e a compreensão sobre cuidados paliativos, envelhecimento com qualidade de vida, fortaleceu o papel da família/cuidador e contribuiu para a humanização e qualificação da assistência.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 ANDREIA CORDEIRO, Milena David Narchi, Sergio Miguel Pires de Oliveira, Maria Teresa Cabrera Castillo, Leonardo Domingos Biagio, Denise Viana Rodrigues de Oliveira, Rika Miyahara Kobayashi https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3941 Competências Gerenciais do Enfermeiro no Contexto da Atenção Primária à Saúde 2026-08-13T14:03:30-03:00 Marilane de Oliveira Fani Amaro marilane.amaro@ufv.br BIANCA CAMILLE MARTINS TAVEIRA bianca.taveira@ufv.br RAFAELA MAGALHÃES FERNANDES SALTARELLI rafaelamagalhaes@ufv.br VANESSA DE SOUZA AMARAL amaralsvanessa@gmail.com CAMILO AMARO DE CARVALHO camilo.carvalho@ufv.br JOANA RIBEIRO joana.ribeiro@ufv.br GLÁUCIA CRISTINA MACHADO glauciacristinamachado100@gmail.com JULIANA CANTELE XAVIER juliana.xavier@ufv.br <p>Objetivo: Compreender as percepções e as práticas dos enfermeiros no gerenciamento das unidades de Atenção Primária à Saúde (APS) em município da Zona da Mata Mineira. Método: Estudo qualitativo conduzido por meio de entrevistas semiestruturadas com oito enfermeiros atuantes na APS de março a maio de 2025. Resultados: Emergiram as seguintes categorias temáticas: Importância do gerenciamento em enfermagem no contexto da APS; Competências essenciais para o gerenciamento em enfermagem; Aspectos facilitadores e dificultadores para a gerenciamento em enfermagem na APS; A qualificação da prática do gerenciamento em enfermagem: formação acadêmica versus educação permanente. O conhecimento técnico-científico, a comunicação, a liderança e a tomada de decisão foram relatadas como competências essenciais. Os enfermeiros apontaram desafios como sobrecarga de trabalho, falta de recursos, infraestrutura precária e lacunas na formação. Conclusão: O gerenciamento em enfermagem é uma atividade complexa e essencial, exigindo contínuo desenvolvimento de competências para assegurar uma assistência de qualidade.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Marilane de Oliveira Fani Amaro, BIANCA CAMILLE MARTINS TAVEIRA , RAFAELA MAGALHÃES FERNANDES SALTARELLI , VANESSA DE SOUZA AMARAL , CAMILO AMARO DE CARVALHO , JOANA RIBEIRO , GLÁUCIA CRISTINA MACHADO, JULIANA CANTELE XAVIER https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3986 Implementação do Plano de Capacidade Plena Integrada do Sistema Pelo Município de Belo Horizonte, Brasil 2026-07-31T13:45:17-03:00 Elias Melo de Oliveira elias.melo@pbh.gov.br <p><strong>Objetivo:</strong> Descrever o processo de implementação do Plano de Capacidade Plena Integrado do Sistema pelo município de Belo Horizonte como estratégia para gestão da capacidade hospitalar em rede. <strong>Método:</strong> Estudo descritivo, de natureza metodológica, baseado na adaptação da metodologia de Capacidade Plena para uma central municipal de regulação. Foram analisados dados de solicitações de internação de urgência, perfil da rede hospitalar e distribuição de leitos por especialidade entre 2023 e 2025. <strong>Resultados:</strong> As análises subsidiaram a definição de cinco níveis graduais de contingência e a elaboração de um modelo progressivo de resposta para monitorar a pressão assistencial e orientar ações conforme a gravidade do cenário. A implementação aprimorou a previsibilidade dos fluxos de internação, fortaleceu a articulação entre hospitais e favoreceu o uso mais eficiente da capacidade instalada. <strong>Conclusão:</strong> A adaptação da metodologia para a gestão municipal contribuiu para fortalecer a governança da rede hospitalar e apoiar a resposta em situações de sobrecarga assistencial.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Elias Melo de Oliveira https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3984 Protocolo de Reiki Usui Shiki Ryoho à distância em grupo 2026-07-29T08:45:36-03:00 Joao Paulo Soares Fonseca jppousoalto@gmail.com Sueli de Carvalho Vilela jppousoalto@gmail.com <p><strong>Resumo: </strong><strong>Este artigo tem como objetivo descrever</strong> um protocolo de aplicação de Reiki Usui Shiki Ryho à distância e em grupo como prática complementar ao cuidado da saúde mental. Trata-se de um estudo metodológico, voltado ao desenvolvimento de um protocolo terapêutico. O protocolo de aplicação foi elaborado em três etapas sendo: revisão da literatura científica, construção das diretrizes de aplicação do Reiki Usui e definição três modalidades de intervenção (sessão esporádica, quatro sessões consecutivas e uma aplicação semanal por 21 semanas). Os resultados indicam que o estudo propõe um protocolo estruturado que visa subsidiar a prática de terapeutas reikianos na aplicação sistematizada do Reiki Usui à distância e em grupo, promovendo maior eficácia, segurança e reprodutividade da técnica. Concluí que a elaboração do protocolo contribui para consolidação do conhecimento científico sobre o Reiki Usui como prática integrativa e complementar, reforçando seu potencial como recuso terapêutico no cuidado à saúde mental de estudantes em sofrimento mental.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Joao Paulo Soares Fonseca https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3979 Efeitos da Interrupção e Redirecionamento de Resposta em Estereotipias Motoras no Autismo 2026-08-13T15:48:19-03:00 Jaime Marques Ferreira Junior jaime.junior@juscimeira.edu.mt.gov.br <p>O artigo tem o objetivo de avaliar os efeitos do procedimento de Interrupção e Redirecionamento de Resposta sobre estereotipias motoras em crianças com Transtorno do Espectro Autista. O método aplicado em duas crianças submetidas a avaliações comportamentais e análise funcional. Utilizou-se delineamento de tratamentos alternados comparando o procedimento com e sem atenção social durante vinte minutos. O resultado demonstrou a análise funcional confirmou que as estereotipias eram mantidas por reforçamento automático. A intervenção promoveu redução acentuada no engajamento das estereotipias motoras em ambas às condições, mantendo a tendência de diminuição ao longo do tempo. A conclusão demonstrou o procedimento é eficaz no manejo e redução de estereotipias motoras interferentes, independentemente do fornecimento de atenção social adicional, reforçando sua aplicabilidade clínica analítico-comportamental.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Jaime Marques Ferreira Junior https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3983 Fatores Associados às Categorias de Risco Cardiovascular em Diabetes Mellitus Tipo 2: Revisão Sistemática 2026-07-28T13:38:51-03:00 Camila Gomes Campos camillagcampos@hotmail.com Juliana Cruz Barreto juliana.barreto@gfe.ufsb.edu.br Amanda Giullia da Silva Silva giulliamanda@gmail.com Angélica Fernandes Escudeiro angelescudeiro@yahoo.com.br Laiane Silva dos Santos Machado laianee@live.com Laís Andrade da Silva Santana lais.10andrade@hotmail.com Renata Soares Passinho renatapassinho@gmail.com <p><strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Objetivo:</span></span></span></span></strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Investigar os fatores associados às diferentes categorias de risco cardiovascular em pessoas com diabetes mellitus tipo 2. </span></span></span></span><strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Método:</span></span></span></span></strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Revisão sistemática conduzida entre março e maio de 2025 nas bases PubMed, Web of Science e Embase. Foram incluídos estudos observacionais com adultos com diabetes mellitus tipo 2 e estratificação do risco cardiovascular em até dez anos. A qualidade metodológica foi avaliada pela Escala Newcastle-Ottawa. </span></span></span></span><strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Resultado:</span></span></span></span></strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> Cinco estudos observacionais foram incluídos. Os principais fatores associados a maior risco cardiovascular foram hipertensão arterial, dislipidemia, controle glicêmico inadequado, obesidade, idade avançada e sexo masculino. Retinopatia diabética e níveis elevados de leptina também se associaram a maior risco. O uso de estatinas, especialmente em alta intensidade, apresentou efeito protetor. </span></span></span></span><strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Conclusão:</span></span></span></span></strong><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"> O risco cardiovascular no diabetes mellitus tipo 2 decorre da interação entre fatores modificáveis e não modificáveis, exigindo manejo integrado e investigação de determinantes sociais e comportamentais.</span></span></span></span></p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Camila Gomes Campos, Juliana Cruz Barreto, Amanda Giullia da Silva Silva, Angélica Fernandes Escudeiro, Laiane Silva dos Santos Machado, Laís Andrade da Silva Santana, Renata Soares Passinho https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3975 Práticas de esterilização: Implicação na prevenção de infecção cirúrgica e impactos ambientais 2026-07-28T13:29:44-03:00 Joyce Cristina De Cássio cristinacassio@yahoo.com.br Cristiane Gattini Sbampato cristinacassio@yahoo.com.br João Paulo Soares Fonseca cristinacassio@yahoo.com.br <p>Objetivo: Analisar, de forma reflexiva, as práticas de esterilização e desinfecção, suas</p> <p>implicações na prevenção de Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC) e os impactos</p> <p>ambientais atrelados a essas rotinas, problematizando a integração entre processos</p> <p>seguros e sustentáveis no ambiente hospitalar. Método: Tratou-se de uma revisão</p> <p>narrativa de literatura, construída a partir da análise crítica e interpretativa de</p> <p>produções científicas selecionadas em bases de dados, utilizando descritores</p> <p>extraídos dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e do Medical Subject</p> <p>Headings (MeSH). A síntese teórica foi estruturada mediante articulação dialética</p> <p>entre evidências científicas, práticas institucionais e responsabilidade socioambiental.</p> <p>Resultados: A reflexão evidenciou que, embora a eficácia dos métodos de</p> <p>esterilização e a adoção de pacotes de intervenção (bundles) reduzam as taxas de</p> <p>infecção perioperatória, o modelo hegemônico de processamento de materiais gera</p> <p>impactos ambientais significativos pelo consumo excessivo de recursos hídricos,</p> <p>energéticos e químicos. A translação do conhecimento esbarra em desafios</p> <p>estruturais para conciliar o rigor microbiano com a redução da pegada ecológica,</p> <p>revelando uma tensão paradigmática entre segurança do paciente e sustentabilidade</p> <p>ambiental. Conclusão: As práticas de esterilização constituem alicerce para a2</p> <p>prevenção de infecções cirúrgicas, mas a excelência assistencial não pode ser</p> <p>dissociada da responsabilidade socioambiental, exigindo repensar criticamente os</p> <p>protocolos institucionais e investir em inovações que garantam um cuidado seguro e</p> <p>ecologicamente sustentáve</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Joyce Cristina De Cássio https://www.revistasaudecoletiva.com.br/index.php/saudecoletiva/article/view/3960 Processo de Territorialização e Possibilidades de Intervenção na Atenção Primária à Saúde 2026-08-17T16:58:18-03:00 Daiane Bottamedi dai.bottamedi@gmail.com Jaqueline Fuchter Filipi dai.bottamedi@gmail.com <p>Objetivo: O estudo tem como objetivo descrever o processo de territorialização em um território em Santa Catarina e analisar as possibilidades de intervenção a partir dos seus resultados. Método: Trata-se relato de experiência dos residentes do Programa de Residência Multiprofissional no processo de territorialização. Apresenta as etapas metodológicas da territorialização e as possibilidades a partir dos resultados do processo no município. Resultados: Houve a compreensão dos profissionais quanto à realidade do território, suas particularidades e contextos locais, bem como de que maneira as estratégias desenvolvidas pelas equipes de saúde interferem no cotidiano da comunidade. Permitiu ainda o fortalecimento do vínculo entre as equipes e a melhoria da comunicação entre os profissionais, possibilitando a elaboração do planejamento compartilhado. Conclusão: A territorialização constitui uma ferramenta para a organização das práticas em saúde, favorecendo o acesso, a participação social e o funcionamento dos serviços de acordo com os princípios do SUS.</p> 2026-09-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Daiane Bottamedi, Jaqueline Fuchter Filipi