O GÊNERO E SUA INFLUÊNIA NA PREVALÊNCIA DE DISTÚRBIOS MUSCULOESQUELÉTICOS EM ENFERMEIROS

GENDER AND ITS INFLUENCE ON THE PREVALENCE OF MUSCULOSKELETAL DISORDERS IN NURSES

EL GÉNERO Y SU INFLUENCIA EN LA PREVALENCIA DE TRASTORNOS MUSCULOESQUELÉTICOS EN ENFERMERAS

Tipo de artigo: Estudo observacional

Autores

Pedro Ferreira Reis

Doutorado em Ergonomia

Instituição: Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu (CESUFOZ)

Orcid: https://orcid.org/0000-0001-6592-7198

Adriane de Souza Fengler

Mestre em Exercício Físico na Promoção da Saúde

Instituição: Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu (CESUFOZ)

Orcid: https://orcid.org/0000-0003-3675-1052

Leonardo Bueno Pona

Mestre em Saúde Pública em região de Fronteira

Instituição: Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu (CESUFOZ)

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-5690-1743

Rafaelly Gomes Vieira

Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento;

Instituição: Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu (CESUFOZ)

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1933-708X  

Nelson Guilherme Trindade

Mestrando em Saúde Pública em região de Fronteira

Instituição: Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu (CESUFOZ)

Orcid: https://orcid.org/0009-0002-4001-5533

RESUMO

O posto de trabalho do enfermeiro, quando inadequado, proporcionará um ambiente com risco para doenças. Objetivo: analisar a influência do no adoecimento em enfermeiros. Método: A amostra foi de 60 sujeitos, sendo 30♂ e 30♀. Foram verificados desconfortos e forca de Preensão Manual. Resultado da força foi ♂43,8 kgf(±4,57) e ♀28,9 kgf (±2,51), p≥0,05. Resultados: Os desconfortos foram na cervical, ombros, torácica, cotovelo, punhos, quadril, coxas, joelho, pés e lombar, (♀70,2%♂60,2%). Conclusão: é necessária uma ergonomia de correção neste ambiente, para que a organização do trabalho respeite as distribuindo o atendimento dos pacientes de características fisiológicas dos enfermeiros.

DESCRITORES: Hospital; Ergonomia; Trabalho.

ABSTRACT

The nurse's workstation, when inadequate, will provide an environment with a risk of illness. Objective: to analyze the influence of this on illness in nurses. Method: The sample consisted of 60 subjects, 30 men and 30 women. Discomfort and handgrip strength were assessed. The results for handgrip strength were 43.8 kgf (±4.57) for men and 28.9 kgf (±2.51) for women, p≥0.05. Results: Discomfort was found in the cervical, shoulders, thoracic, elbow, wrists, hips, thighs, knees, feet, and lumbar regions (70.2% for women and 60.2% for women). Conclusion: Corrective ergonomics are necessary in this environment so that the organization of work respects the physiological characteristics of nurses, distributing patient care accordingly.:

DESCRIPTORS:

RESUMEN

Cuando el puesto de trabajo de enfermería es inadecuado, crea un entorno con riesgo de enfermedad. Objetivo: analizar la influencia de este factor en la incidencia de enfermedades en el personal de enfermería. Método: La muestra estuvo compuesta por 60 sujetos, 30 hombres y 30 mujeres. Se evaluaron la incomodidad y la fuerza de prensión manual. Los resultados de la fuerza de prensión manual fueron de 43,8 kgf (±4,57) para los hombres y de 28,9 kgf (±2,51) para las mujeres (p ≥ 0,05). Resultados: Se observó incomodidad en las regiones cervical, hombros, torácica, codo, muñecas, caderas, muslos, rodillas, pies y lumbar (70,2 % en hombres y 60,2 % en mujeres). Conclusión: Es necesario implementar medidas ergonómicas correctivas en este entorno para que la organización del trabajo respete las características fisiológicas del personal de enfermería y se distribuya la atención al paciente de manera adecuada.

DESCRIPTORES:

INTRODUÇÃO

Os ambientes de trabalho dos hospitalares Brasileiros vêm proporcionando aos seus colaboradores situações significativas de morbidade. A presença de lombalgia nos hospitais está cada vez maior (1,2). Destacando o gênero feminino (), o qual por ter uma fisiologia diferente do gênero masculino (), principalmente em relação ao nível de força, adoecem numa proporção de 7 x1 em relação aos gênero masculino. Neste sentido, destaca-se as Unidades de Terapia Intensiva (UTis) e Clínica Médicas, ambientes onde a transferência e transporte de pacientes são constantes, o quais com massa corporal elevada, podendo chegar a valores superiores a 150 kg (2-4).

Este ambiente, quando ergonomicamente incorreto, proporcionará aos profissionais da enfermagem um ambiente com grande risco de desenvolverem Distúrbios Osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) (4,5). Podendo ainda levar o trabalhador a quadros depressivos (6).

Os quais segundo Bongers et al., (7) vêm acarretando um grande problema de saúde pública, indicados pelos autos índices de Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) em todos os seguimentos de trabalho, destacando a área hospitalar que envolve transporte e manipulação de pacientes (4,5,8). Os profissionais da área de enfermagem é um exemplo de trabalhador que está frequentemente exposto a diversos riscos de saúde, dados às características próprias do trabalho que vão desde a relação com pacientes até a manipulação direta e indireta de fluidos corpóreos e sangue (9,4). No mundo atual os distúrbios músculos esqueléticos da coluna vertebral estão presentes em todos os seguimentos da vida humana, no esporte, no lazer e principalmente no trabalho, os quais em sua maioria acontecem pela falta da ergonomia (10,5).

Na área hospitalar, a manipulação de pacientes, e mais especificamente o carregamento deles pela equipe de enfermagem para o traslado a diferentes atividades, como realização de exames, mudança de posturas por necessidades médicas ou dos próprios pacientes, o banho, entre outros, representa por si só uma atividade de risco ergonômico (3,4). Assim, reflete a importância da pratica da ergonomia nos ambientes hospitalares, a qual compreende o conjunto dos conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas, dispositivo e ambiente que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficiência no seu posto de trabalho, envolvendo a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia, psicologia, biomecânica e antropometria na solução surgida neste relacionamento (10). Pausas para descanso, horas extras, turno de trabalho, rodízios de tarefas, repetição de movimentos, sexo, idade, etc, tornam-se variáveis importantes para a manutenção da saúde dos trabalhadores na área de enfermagem (4,5).

 

O sistema músculo esquelético cumpre suas funções biomecânicas por meio de posturas e movimentos, que ocorrem através da sua estruturação basicamente através de sistemas de alavancas, que permitem a manutenção de posturas e da execução de movimentos (11). O tônus muscular básico e a capacidade de contração e descontração muscular permitem a manutenção dos sistemas de alavancas em diferentes posturas e a sua movimentação em movimentos (12). O comando nervoso de posturas e movimentos se dá em parte pela ação da vontade consciente e em parte pela ação de sistemas automatizados e padronizados de resposta motor (13).

É importante destacar que durante o transporte de um paciente da cama para a cadeira de banho é um procedimento complexo, visto que tanto a segurança do paciente como do profissional que presta o atendimento devem ser observados, proporcionando a coluna vertebral, em especial a região lombar exposta a uma carga significativa (1,14). Neste sentido, para reduzir o risco de lesões tanto para o profissional quanto para o cliente ele deve usar apropriadamente a mecânica corporal quando estiver se movimentando ou movimentando um cliente. A mecânica é o esforço coordenado dos sistemas músculo esquelético e nervoso para manter o equilíbrio adequado, postura e alinhamento corporal, durante a inclinação, movimentação, levantamento de carga e execução das atividades diárias (15,16).

Os profissionais de saúde que prestam assistência direta aos pacientes devem desempenhar suas funções de forma segura, conscienciosa e terapêutica. O levantamento dos pacientes e seu transporte seguro são fatores importantes, que devem ser considerados visando à manutenção de um ambiente seguro. Aplicando a mecânica corporal correta e as técnicas de levantamento apropriadas, o profissional evita tanto lesão na sua coluna com acidentes com os pacientes (14,3).

Neste sentido, esta pesquisa teve como objetivo analisar a influência do gênero nas queixas/desconfortos corporais e sua relação com o uso de forca em enfermeiros de um hospital do Oeste do Paraná, Brasil.

MÉTODO

A amostra foi estabelecida com a participação de 60 profissionais de enfermagem, sendo constituída de 37 enfermeiros e 23 técnicos, sendo 30 do gênero masculino (35,7±7,2 anos) e 30 do gênero feminino (34,7±7,1 anos), trabalhadores de um hospital privado do oeste do Paraná, Brasil. Foram incluídos na pesquisa, os enfermeiros e técnicos de enfermagem, trabalhadores do período matutino, vespertino e noturno da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), da Enfermaria e pronto atendimento. Todos os participantes incluídos na pesquisa assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e posteriormente foi iniciada a coleta dos dados.

 A avaliação do desconforto/dor corporal foi realizada através do diagrama de Corlet. Este método divide o corpo humano em diversos segmentos, facilitando a localização em áreas que os trabalhadores sentem desconforto/dores. Sendo realizado no final do período de trabalho, relatando as regiões doloridas. O nível dos desconforto/dores, foi realizado através de uma escala de 0 (zero) a 10 (dez), sendo 0 (zero) para “extremamente confortável” ate o nível 10 (dez) para “extremamente desconfortável”, marcadas linearmente da esquerda para a direita, sendo efetivado para a presente pesquisa, somente os valores superiores a 6 (seis).

A força de Preensão Manual foi efetivada através do protocolo proposto por Reis e Moro (2012), seguindo orientações da Associação da Terapia da Mão do Brasil, sendo verificada através do Dinamômetro Jamar®, sendo realizado na Mão Dominante (MD). O dinamômetro JAMAR® é constituído por um sistema hidráulico com dupla barra de aço inoxidável interligadas; apresenta uma manopla regulável em cinco posições; conforme o avaliado aperta as manoplas, as mesmas se aproximam, provocando alteração na resistência dos aferidores, produzindo a voltagem proporcional à força de preensão exercida pela mão, registrando-se no aparelho em quilogramas/força [Kgf] ou em libras/polegadas.

O teste foi realizado segundo orientações da Associação da Terapia da Mão do Brasil, a qual recomenda a realização do teste na terceira posição, em função da média da antropometria da mão do sujeito brasileiro (6).

 

Figura 01 – Força de Preensão Manual

Fonte – REIS e MORO, 2012

Conforme a figura 01, para avaliação da força de preensão manual, o sujeito foi posicionado na posição sentada em banco regulável, com coxas apoiadas no assento e os dois pés apoiados no solo, tornozelos neutralizados, joelhos flexionados a 90º, coluna e quadris apoiadas no encosto da cadeira com flexão de 90º. Com relação ao membro superior, o sujeito avaliado estava com o cotovelo em flexão de 90º, ombro com abdução moderada, antebraço na posição neutra em pronação e supinação e o punho de 0º a 30º graus de extensão, de 0º a 15º graus de desvio ulnar. Os sujeitos avaliados foram orientados a iniciar o teste de preensão, após o comando verbal do avaliador. Foram realizadas três repetições, anotando-se a melhor força. A pausa entre as repetições do teste de força foi de 60 segundos.

Os dados organizacionais foram coletados através de questionário, sendo anatado, idade, sexo, horário de trabalho, pausas, número de pacientes atendidos e duração de cada atendimento. As posturas adotadas durante o transporte e movimentação de pacientes, foram realizadas através de fotos e filmagens pela máquina digital modelo Sony, DSC – HX5 de 10.2 mega pixels, durante a jornada de trabalho.

A análise dos filmes foi feita através do programa kinovea, disponível em: http://www.kinovea.org/en/ , o qual proporcionou condições de armazenamento e edição para uma melhor exploração das posturas durante o transporte e movimentação dos pacientes.

Analise estatística foi realizada com o programa Bioestatic 5.0, sendo realizada a estatística descritiva para análise das regiões dos desconfortos e teste “t” para verificar a diferença de forca entre os gêneros a nível de significância estatística de 0,05. Pesquisa Aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa com Seres humana da UNIP com o nº CAAE: 46121415.3.0000.5512.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os dados serão apresentados e discutidos, sendo primeiramente comentado sobre as posturas adotadas no atendimento no leito e posteriormente sobre o percentual de desconfortos/dores entre os enfermeiros do gênero masculino e feminino.

Figura 02 – Atendimento do Paciente na UTI

Fonte: Autor

A figura 02 apresenta o procedimento do atendimento ao paciente na UTI pesquisada, sendo verificado que o tempo total de atendimento a um paciente de UTI, oscila de 60 a 70 minutos, dos quais é incluída a arrumação da cama, mobilização articular, aspiração de secreção e mudança de decúbito. Em relação à postura da coluna vertebral, verificou-se que em 45 minutos do tempo total dedicado ao atendimento do paciente, os enfermeiros permanecem com tronco inclinado com ângulo acima de 45 graus. Em relação à articulação do joelho, notou-se que 25 minutos do total, os enfermeiros permanecem com os joelhos flexionados. Já as articulações dos braços, antebraços, punhos e mãos são utilizados durante todo o tempo de atendimento. Neste sentido foi possível concluir que a coluna vertebral é muito exigida durante o atendimento do paciente. Assim esta atividade por exigir a execução de força, aliada a inclinação de tronco e força de preensão manual, contribui para o adoecimento no hospital pesquisado, representando um alto risco ergonômico (17).

Verificou-se que 100% dos trabalhadores pesquisados realizam tarefas com execução de força, destacando a mudança de decúbito, a transferência e transporte dos paciente os quais apresentaram uma massa corporal oscilando entre 40 a 110 kg. Com relação a força de preensão manual da (MD), apresentado no gráfico 01 o gênero masculino () apresentou uma média de 43,80 kgf(±4,66) e o gênero feminino () na (MD) 28,03 kgf (±2,31), apresentando uma diferença significativa de força de preensão manual entre os gêneros masculino e feminino (t= Calculado -15,63< t tabelado 1,69 a nível de significância de 0,05).

Gráfico 01 – Diferença de Força entre os gêneros Masculino e Feminino

Fonte: autores

Neste sentido, percebe-se que o gênero feminino por possuir fisiologicamente níveis de força inferiores ao gênero masculino, apresentando neste estudo um percentual de força 43,14% menor em relação ao gênero masculino estará mais propenso ao adoecimento. Assim é importante destacar que nas atividades que envolvam o transporte e manipulação de pacientes a organização do trabalho do hospital pesquisado, deverá dar proporcionar o envolvimento de enfermeiros do gênero masculino e feminino, de acordo com a massa corporal dos pacientes, a qual neste estudo oscilou de 40 a 110 kg. Visto que quando os trabalhadores do gênero feminino desenvolverem suas tarefas na mesma organização do trabalho que o gênero masculino, com certeza irá adoecer (18).

Quanto aos desconfortos/dores, o quadro 01 apresenta o percentual das regiões de desconforto/dores do gênero feminino e masculino. É possível observar que o gênero feminino apresentou um número maior de desconforto/dores em todas as articulações avaliadas, exceto na região do quadril, o que pode ser explicado pela anatomia do gênero feminino, o qual apresenta um quadril mais largo em relação ao gênero masculino (19).

Quadro 01 - Percentual da Área de Desconforto/Dores.

REGIÃO

Cervical (B)

37%

52%

Ombros (C)

33%

41%

Torácica (E)

35%

59%

Cotovelo (E)

4,8%

7,8%

Punhos/mãos (H-I)

15,5%

20,5%

Lombar (G)

60,2%

70,2%

Quadril (J)

37.4%

28,3%

Coxas (L)

12,3%

27,8%

Joelhos (M)

40,1%

50,3%

Tornozelos/pés (O)

36,2%

41%

Fonte: autores

Conforme comentado anteriormente, a massa corporal dos pacientes atendidos durante esta pesquisa oscilou de 40 a 110 kg, neste sentido em função da diferença significativa de força entre os gêneros masculino e feminino, também pode ser observado nos distúrbios musculoesqueléticos, apresentado na figura 04, na qual o gênero feminino é mais fadigado em relação ao gênero masculino.

É importante destacar que a fisiologia do gênero feminino é diferente do masculino, quando expostos ao mesmo tipo de tarefa, a qual proporciona a utilização de força o gênero feminino terá que realizar um dispêndio biomecânico maior em relação ao gênero masculino (20,21). Sendo importante uma análise detalhada das tarefas com exigência de muita força quando for envolver o gênero feminino (22).

CONCLUSÃO

Conclui-se com esta pesquisa que no ambiente de trabalho pesquisado, devem-se considerar as diferenças fisiológicas entre os gêneros. Neste sentido ficou evidente que o ambiente pesquisado contribui para o surgimento de DORT. É importante destacar que os resultados evidenciaram que em trabalhos com utilização de força, no caso de ambientes hospitalares as atividades com manipulação de pacientes, as quais envolvem transferência e transporte deverá respeitar as diferenças fisiológicas entre os gêneros masculino e feminino, neste sentido a ergonomia exercerá um papel fundamental na organização das atividades cotidianas, distribuindo o atendimento dos pacientes aos enfermeiros, de acordo com o seu peso corporal, separando os pacientes mais leves dos mais pesados de acordo com o gênero, proporcionando a todos os enfermeiros, quer seja do gênero masculino como feminino, um ambiente saudável, confortável e mais humanizado. Sugere-se que os pacientes obesos, acima de 80 kg, deverão ser transferidos e transportados pelos enfermeiros do gênero masculino, evitando assim o adoecimento no ambiente de trabalho ou sempre que possível providenciar meios mecânicos para tal atividade, para não comprometer a integridade psicofisiológica dos enfermeiros.

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