DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS PARA PREVENÇÃO DE QUEDAS NA PESSOA IDOSA EM UNIDADE DE INTERNAÇÃO CARDIOVASCULAR
DEVELOPMENT OF STRATEGIES FOR PREVENTING FALLS IN ELDERLY PEOPLE IN CARDIOVASCULAR INPATIENT UNIT
DESARROLLO DE ESTRATEGIAS PARA LA PREVENCIÓN DE CAÍDAS EN PERSONAS MAYORES EN LA UNIDAD DE HOSPITALIZACIÓN CARDIOVASCULAR
RESUMO:
Objetivo: Descrever a aplicação de estratégias de prevenção de quedas no idoso, bem como fornecer uma compreensão abrangente do benefício dessas estratégias e seu impacto na segurança do paciente. Método: Relato de experiência descritivo, abordando o desenvolvimento de estratégias para prevenção de quedas construídas por Enfermeiros de uma unidade de internação referência em Saúde Cardiovascular. Resultados: As estratégias aplicadas garantem uma ação relevante para prevenir quedas e conscientizar acompanhantes, tornando factível de ser utilizada em outras instituições que desejam fortalecer sua política institucional de segurança do paciente. Conclusão: A construção e aplicação de medidas voltadas à prevenção de quedas em pessoas idosas hospitalizadas mostraram-se eficazes e fundamentadas em evidências, fortalecendo a segurança do paciente e reduzindo a incidência de eventos adversos graves. Tais ações reforçam a importância da educação permanente e da participação do acompanhante como elemento essencial na vigilância e no cuidado seguro, consolidando-se como um dos pilares da assistência de qualidade.
DESCRITORES: Enfermagem; Segurança do paciente; Gestão da qualidade total.
ABSTRACT:
Objective: To describe the application of fall prevention strategies in older adults, as well as provide a comprehensive understanding of the benefits of these strategies and their impact on patient safety. Method: This is a descriptive experience report addressing the development of fall prevention strategies developed by nurses at a leading cardiovascular health inpatient unit. Results: The strategies implemented ensure relevant action to prevent falls and raise awareness among caregivers, making them feasible for use in other institutions wishing to strengthen their institutional patient safety policies. Conclusion: The development and implementation of fall prevention measures in hospitalized older adults proved effective and evidence-based, strengthening patient safety and reducing the incidence of serious adverse events. These actions reinforce the importance of ongoing education and caregiver participation as essential elements in surveillance and safe care, consolidating their position as one of the pillars of quality care.
KEYWORDS: Nursing; Patient Safety; Total Quality Management.
RESUMEN:
Objetivo: Describir la aplicación de estrategias de prevención de caídas en adultos mayores, así como brindar una comprensión integral de los beneficios de estas estrategias y su impacto en la seguridad del paciente. Método: Este es un informe descriptivo de experiencia que aborda el desarrollo de estrategias de prevención de caídas desarrolladas por enfermeras en una unidad de hospitalización líder en salud cardiovascular. Resultados: Las estrategias implementadas garantizan acciones relevantes para prevenir caídas y concientizar a los cuidadores, lo que facilita su aplicación en otras instituciones que desean fortalecer sus políticas institucionales de seguridad del paciente. Conclusión: El desarrollo e implementación de medidas de prevención de caídas en adultos mayores hospitalizados demostró ser efectivo y basado en la evidencia, fortaleciendo la seguridad del paciente y reduciendo la incidencia de eventos adversos graves. Estas acciones refuerzan la importancia de la educación continua y la participación de los cuidadores como elementos esenciales en la vigilancia y la atención segura, consolidando su posición como uno de los pilares de la atención de calidad.
PALABRAS CLAVE: Enfermería; Seguridad del Paciente; Gestión de Calidad Total.
INTRODUÇÃO:
O envelhecimento populacional é um desafio crescente para os sistemas de saúde, com o aumento da demanda por serviços e, consequentemente, das internações hospitalares1.
Além disso, é um fenômeno global que traz desafios significativos para a saúde dos idosos, exigindo atenção especial para as síndromes geriátricas conhecidas como os "7 I's": Incapacidade cognitiva, Instabilidade postural, Imobilidade, Incontinência esfincteriana, Iatrogenia, Insuficiência familiar/social e Incapacidade comunicativa. Estas síndromes afetam a qualidade de vida dos idosos e requerem intervenções multidisciplinares para prevenir complicações e promover o bem-estar2.
A saúde do idoso está estritamente relacionada com a sua funcionalidade global, definida como a capacidade de gerir a própria vida ou cuidar de si mesmo. O idoso é considerado saudável quando é capaz de funcionar sozinho, de forma independente e autônoma, mesmo que tenha doenças. Desta forma, resgata-se o conceito de saúde estabelecido pela Organização Mundial de Saúde como sendo o mais completo bem-estar biopsicossocial-cultural-espiritual, e não simplesmente a ausência de doença3.
A pessoa idosa hospitalizada frequentemente encontra-se com alterações e complicações fisiológicas em seu organismo, como a diminuição do tônus, perda de massa muscular, flexibilidade, equilíbrio, alterações cognitivas (demência, depressão, delirium e doenças mentais), perda da funcionalidade/autonomia e complicações por doenças crônicas não transmissíveis. Isso gera vulnerabilidades e limitações, deixando-os mais suscetíveis a desfechos desfavoráveis de saúde como a queda4.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a idade de 60 anos como o marco para considerar alguém idoso, embora em alguns contextos de levantamentos de saúde específicos, como em países desenvolvidos, possa usar 65 anos. Estima-se que um terço dos idosos sofra quedas anualmente, tornando-as a segunda maior causa de morte por lesões não intencionais. Ademais, idosos que possuem eventos adversos como a queda têm custos de tratamento aumentados e prolonga o tempo médio de internação5.
Considerando que a queda é um incidente multifatorial evitável, para que medidas preventivas sejam traçadas, é fundamental a identificação do risco pelo profissional Enfermeiro, considerando as diversas escalas de avaliação de risco de quedas disponíveis na literatura que apoiam o planejamento de cuidados6.
Nas instituições hospitalares, em relação às unidades de internação, os idosos têm garantido o direito de permanência de um acompanhante durante o período em que estiverem internados, juntamente ao que é proposto no Estatuto da Pessoa Idosa que dispõe:
“Art. 16 À pessoa idosa internada ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo o critério médico7.”
A queda causa impacto direto nos custos assistenciais, tempo de internação e aumento de morbimortalidade, além da possibilidade de causarem lesões graves, como fraturas e traumatismo crânio-encefálico. No contexto hospitalar, a Enfermagem representa o maior quantitativo de profissionais presentes na assistência a esses pacientes, estando em contato constante com o idoso e seus acompanhantes e familiares. Dessa forma, apresenta-se como uma barreira para prevenção a esse risco8.
Para isso, é necessário aplicar estratégias para a prevenção do risco de quedas, com abordagem multifacetada e foco na avaliação individual e na aplicação de intervenções personalizadas, pautando-se, além de outras estratégias, na educação e conscientização do paciente e do acompanhante. Dentre as possibilidades para prevenção deste evento adverso estão: avaliação de risco, intervenções clínicas, exercícios físicos, segurança no ambiente e, por fim, educação e conscientização, a qual envolve o paciente, a família e os cuidadores9.
O envelhecimento provoca declínio dos sistemas relacionados à mobilidade, afetando o equilíbrio e aumentando o risco de quedas. Por isso, recomenda-se o uso preventivo de dispositivos de auxílio à marcha (DAM). Esses dispositivos visam reduzir a sobrecarga articular, facilitar a locomoção e melhorar o equilíbrio, porém muitos idosos os adquirem sem orientação profissional adequada, o que dificulta a escolha e o uso correto10.
Um estudo de revisão integrativa publicado em 2023, que analisou a produção científica sobre a presença de acompanhantes em hospitais, destacou que a participação ativa da família no cuidado hospitalar está diretamente associada à melhoria da segurança do paciente, incluindo a diminuição da incidência de quedas. O estudo reforça a necessidade dos protocolos de segurança do paciente considerarem a inclusão e o treinamento de acompanhantes como parte fundamental das ações preventivas11.
Para este relato de experiência, o foco foi à educação e conscientização do paciente e seus familiares, que em grande maioria, acompanham esses pacientes durante o período de internação hospitalar. Vale ressaltar que alguns pacientes não têm acompanhantes e a instituição já adota outras medidas de segurança do paciente, conforme preconizado pela OMS. Sendo assim, surge o seguinte questionamento: Quais estratégias foram criadas para a prevenção de quedas na pessoa idosa hospitalizada?
Dessa forma, o objetivo do trabalho foi descrever a aplicação de estratégias para prevenção de quedas na pessoa idosa hospitalizada, bem como fornecer uma compreensão abrangente do benefício dessas estratégias e seu impacto na segurança do paciente.
MÉTODO
Trata-se de um relato de experiência qualitativo descritivo12. O trabalho aborda o desenvolvimento de estratégias para prevenção de quedas construídas por 4 Enfermeiros de uma unidade de internação referência em Saúde Cardiovascular. O período da experiência ocorreu de maio a setembro de 2025. O diagnostico situacional foi realizado por meio da identificação de pacientes sem acompanhantes, bem como necessidade de educação sobre prevenção de quedas para pacientes e acompanhantes.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a compreensão de forma aprofundada sobre o contexto assistencial e a atuação da enfermagem na prevenção de quedas, valorizando o conhecimento prático e reflexivo dos profissionais.
Como limitações, ressalta-se a ausência de análise quantitativa e a realização em uma única unidade, o que reduz a possibilidade de generalização dos resultados. Ainda assim, o estudo contribui para o fortalecimento das práticas seguras e para a construção de estratégias efetivas de prevenção de quedas em idosos hospitalizados.
Este estudo dispensa a necessidade de apreciação ética por um comitê especializado, pois descreve observações e experiências sobre a elaboração de estratégias para prevenção de quedas com enfoque na população idosa.
RESULTADOS
Inicialmente, após planejamento, foi desenvolvido um folder para promover educação em saúde (Figura 1 e 2), garantindo orientação aos acompanhantes na presença dos pacientes acerca de sua função e importância na prevenção de quedas, além de destacar fatores como alterações cognitivas, isolamento emocional e o risco propriamente dito.
Vale ressaltar que durante a execução do diagnóstico situacional, foi realizado concomitantemente, um treinamento com os profissionais de Enfermagem pelo Serviço de Educação Continuada à cerca da prevenção à queda, garantindo a meta 6 que visa reduzir o risco de danos decorrentes de quedas e lesões por pressão, sendo uma das metas internacionais de segurança do Paciente.
Figura 1: Folder educativo para orientação de acompanhantes (frente).
Fonte: Autores (2025)
Figura 2: Folder educativo para acompanhantes (verso)
Fonte: Autores (2025)
O folder foi aplicado por meio de QR Codes disponibilizados em toda a instituição, contemplando diversas unidades de internação e sendo disponibilizado internet para garantir o acesso. Em relação ao Termo de Ciência e Responsabilidade para Acompanhantes de Pessoas Idosas, também foi garantido o acesso na unidade no momento da internação.
Além disso, foi desenvolvido um termo de responsabilidade para acompanhantes (Figura 3), abordando as responsabilidades do acompanhante na prevenção de quedas, com base nas diretrizes institucionais, sendo uma via fornecida para a família. Assim, funcionando como um instrumento de conscientização e formalização do compromisso.
Este instrumento foi aprovado pelo serviço de qualidade da instituição para utilização em todo o complexo hospitalar na modalidade enfermaria/internação.
Figura 3: Termo de responsabilidade para acompanhante de pessoas idosas.
Fonte: Autores (2025).
Ainda, foi disponibilizada uma anotação padrão de Enfermagem em Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) para que a equipe de Enfermagem pudesse estar atenta a itens de observação importante no decorrer da prática assistencial, como uso de pulseira de risco de quedas, identificação beira-leito do risco de quedas, estado neurológico do paciente e presença de acompanhante, conforme tabela 01
Tabela 01 – Título e descrição da anotação padrão – São Paulo, 2025.
TÍTULO DA ANOTAÇÃO | DESCRIÇÃO DA ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM |
Admissão do Paciente - AE/ TE -POP SEC | H: Admitido neste setor proveniente de [local de origem: casa / PS / UTI], acompanhado [sim/não; se sim, por quem: equipe de enfermagem e/ou familiar – grau de parentesco], para [motivo da transferência/internação]. Paciente [consciente e orientado / desorientado / com rebaixamento do nível de consciência], [com / sem] disfunção motora/neurológica. Mantém [descrever dispositivos: FO, curativos, sondas, drenos, etc.] em [local do corpo], cateter sobre agulha nº ___, com película transparente, sem sinais flogísticos. Em uso de [inserir medicamentos em bomba de infusão contínua – nome, dose, parâmetros de infusão]. Pele [aspectos: íntegra, presença de lesões, equimoses, palidez, etc.]. Aferidos sinais vitais. Orientado quanto às normas e rotinas da unidade, medidas de prevenção de quedas e a solicitar auxílio da equipe de enfermagem sempre que necessário. Deixo cama com grades elevadas, rodas travadas, campainha e pertences ao alcance do paciente. |
Primeira anotação - AE/TE -POP SEC | H: Recebo o plantão com paciente acordado, consciente e orientado, no leito [se paciente com disfunção neurológica, comunicar o enfermeiro], com grades elevadas e rodas travadas. Acompanhado [inserir se paciente idoso/alta dependência sem acompanhante] por familiar [descrever nome e grau de parentesco]. Nega dor ou desconforto no momento. Refere boa noite de sono, boa aceitação alimentar e eliminações fisiológicas presentes nas últimas 24 horas. Com cateter sobre agulha / cateter sobre agulha integrado nº [___], ocluído, com película transparente e datado. [Identificar outros dispositivos, sondas, drenos, PAI]. Com pulseira de identificação legível e pulseira de risco de quedas em membro superior esquerdo, sem sinais de garroteamento. FO esternal com cobertura limpa e seca externamente. [Relatar outros curativos, se houver]. Verifico sinais vitais. Paciente e acompanhante orientados quanto ao uso da campainha, medidas de prevenção de quedas e à importância de acionar a equipe de enfermagem sempre que necessário. |
Admissão do Paciente UI - Enf - POP SEC | H: Admitido neste setor proveniente de [_________local de origem: casa, PS, UTI], acompanhado [inserir se paciente idoso/alta dependência sem acompanhante] pela equipe de enfermagem e/ou familiar [________grau de parentesco], para [_________motivo da transferência/internação]. Paciente consciente e orientado em tempo, espaço e pessoa [inserir se paciente confuso ou com disfunção neurológica], apresenta força motora preservada [inserir se apresenta plegia, paresia, parestesia ou outro déficit motor]. Matendo [inserir FO e/ou curativos, dispositivos em uso] em [descrever localização], com cateter sobre agulha / cateter sobre agulha integrado nº [___], ocluído com película transparente, datada e sem sinais flogísticos em inserção. Recebendo [inserir medicamentos em bomba de infusão contínua e parâmetros de infusão]. Apresenta pele [descrever aspectos da pele: íntegra, presença de lesões, equimoses, palidez, lesão por pressão, etc.]. Orientado sobre normas, rotinas da unidade, medidas de prevenção de quedas e a solicitar a equipe de enfermagem se necessário. Comunico médico [inserir nome] a respeito de confusão mental (se houver e descrever a conduta do médico). Solicito avaliação do serviço social [em caso de paciente idoso/alta dependência sem acompanhante]. Aplico Termo de Ciência e Responsabilidade para Acompanhantes de Pessoas Idosas e anexo em prontuário do paciente. Assinado por [descrever nome e grau de parentesco]. Retiro dúvidas e me coloco à disposição. |
Fonte: Autores (2025).
As estratégias aplicadas garantem uma ação relevante para prevenir quedas e conscientizar acompanhantes, tornando factível de ser utilizada em outras instituições que desejam fortalecer sua política institucional de segurança do paciente.
DISCUSSÃO
Nesse contexto, as estratégias de educação em saúde construídas pelos Enfermeiros foram essenciais na prevenção de quedas. Tais estratégias podem ser implementadas no cenário hospitalar com vistas à inclusão e participação do acompanhante no cuidado ao idoso hospitalizado13.
Além disso, o trabalho teve como propósito fazer valer a meta 6 estabelecida pela OMS, sendo de grande importância para a segurança do paciente. As Metas Internacionais têm o objetivo de promover melhorias específicas no que tange à segurança do paciente no ambiente hospitalar, destacando problemáticas na assistência à saúde, bem como as soluções para esses problemas14.
No que diz respeito a construção e implementação do folder, sabe-se que foi de grande importância para melhoria dos indicadores e garantia da qualidade da assistência. O folder tem caráter informativo ou publicitário. Esse instrumento tem como características importantes a presença de ilustrações e uma a escrita simples e direta, que favorecem comunicar rapidamente ideias e conceitos ao leitor15.
Além disso, a aplicação do termo aumentou a permanência dos acompanhantes e garantiu fortalecimento das medidas para prevenção de quedas à pessoa idosa. Sabe-se que o acompanhante tem papel essencial no contexto da prevenção de quedas, já que ele é o primeiro a alertar e acionar a equipe assistencial nos momentos de maior risco e perigo para o paciente.
O empoderamento do paciente e dos familiares/acompanhantes, com o envolvimento de todos no cuidado, colaboram para que os resultados sejam positivos na prevenção de quedas, visto que esta prática está relacionada à atenção centrada no paciente e, consequentemente, com a prática interprofissional16.
A disponibilização de anotação padrão garante segurança das informações e também potencializa a segurança do paciente. A anotação com qualidade é fundamental no processo de enfermagem, pois estabelece um mecanismo de comunicação entre os membros da equipe e garante uma excelência na assistência17.
CONCLUSÃO
Portanto, a construção e aplicação de medidas voltadas à prevenção de quedas em pessoas idosas hospitalizadas mostraram-se eficazes e fundamentadas em evidências, fortalecendo a segurança do paciente e reduzindo a incidência de eventos adversos graves. Tais ações reforçam a importância da educação permanente e da participação do acompanhante como elemento essencial na vigilância e no cuidado seguro, consolidando-se como um dos pilares da assistência de qualidade.
Considera-se que será necessário um maior tempo para análise do impacto em longo prazo, como a avaliação dos indicadores de eventos adversos de queda. Além disso, existem poucos estudos com abordagem do acompanhante como uma barreira para prevenção a esse risco, tornando a abordagem relevante, pautando-a como um dos pilares do cuidado e ressaltando seu poder enquanto acompanhante.
REFERÊNCIAS: