PERCEPÇÃO DE CUIDADORES FAMILIARES EM RELAÇÃO AO CUIDADO À PESSOA IDOSA

PERCEPTION OF FAMILY CAREGIVERS REGARDING CARE FOR THE ELDERLY

PERCEPCIÓN DE LOS CUIDADORES FAMILIARES EN RELACIÓN CON EL CUIDADO DE LAS PERSONAS MAYORES

Cindy Byane de Melo de Moura.

Enfermeira. Hospital Santa Casa de Caridade de Uruguaiana

ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4546-6069

Cenir Gonçalves Tier

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente de enfermagem na Universidade Federal do Pampa.

ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1539-7816

Bruna Sodré Simon

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente na  Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3855-1310

Raquel Potter Garcia

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente de enfermagem na Universidade Federal do Pampa

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5503-7981

Aline Ost dos Santos Enfermeira. Doutoranda em Ciências. Universidade Federal do Rio Grande

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1849-9933

Camile da Silva Martins

Graduanda em enfermagem na Universidade Federal do Pampa  ORCID:https://orcid.org/0009-0000-4655-6942

Tatiele Zago Bonorino

Graduanda em enfermagem na Universidade Federal do Pampa

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8746-9527

Julia Dantas Arima

Graduanda em enfermagem na Universidade Federal do Pampa

ORCID: https://orcid.org/0009-0001-3734-8065 

Autor Correspondente: Aline Ost dos Santos

E-mail: alineostdosantos@gmail.com

Telefone: (55) 999195744

RESUMO

OBJETIVO: Descrever a percepção de cuidadores familiares acerca do cuidado à pessoa idosa. MÉTODO: Estudo qualitativo com nove cuidadores familiares de pessoas idosas residentes no município da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. Os dados foram analisados conforme Bardin. RESULTADO: Houve prevalência do sexo feminino e do estado civil solteiro. Emergiram duas categorias: Dificuldade e cansaço diante da responsabilidade e rotina diária e Cuidado em meio a empatia e gratidão. CONCLUSÃO: O cuidador familiar tem um papel fundamental para a pessoa idosa, sendo necessário dar apoio e suporte para o enfrentamento dos sentimentos que geram uma experiência de sobrecarga e estresse.

DESCRITORES: Idoso; Cuidadores; Atenção Primária à Saúde; Enfermagem

ABSTRACT

OBJECTIVE: To describe family caregivers' perceptions of caring for older adults. METHOD: Qualitative study with nine family caregivers of older adults residing in the western border municipality of Rio Grande do Sul. Data were analyzed according to Bardin. RESULT: There was a prevalence of females and single marital status. Two categories emerged: Difficulty and fatigue in the face of responsibility and daily routine, and Care amid empathy and gratitude. CONCLUSION: Family caregivers play a fundamental role for the elderly, and it is necessary to provide support to help them cope with the feelings that generate an experience of overload and stress.

RESUMEN

OBJETIVO: Describir la percepción de los cuidadores familiares sobre el cuidado de las personas mayores. MÉTODO: Estudio cualitativo con nueve cuidadores familiares de personas mayores residentes en el municipio fronterizo occidental de Rio Grande do Sul. Los datos se analizaron según Bardin. RESULTADO: Hubo una prevalencia del sexo femenino y del estado civil soltero. Surgieron dos categorías: Dificultad y cansancio ante la responsabilidad y la rutina diaria y Cuidado en medio de la empatía y la gratitud. CONCLUSIÓN: El cuidador familiar tiene un papel fundamental para la persona mayor, siendo necesario brindar apoyo y respaldo para enfrentar los sentimientos que generan una experiencia de sobrecarga y estrés.

INTRODUÇÃO

O número de pessoas idosas com doenças crônicas não transmissíveis tem aumentado à medida que o envelhecimento humano mundial progride1, carecendo de cuidados mais complexos2. As doenças crônicas não transmissíveis são marcadas por especificidades como agudização da doença com necessidade de internação hospitalar, por vezes prolongada, ocasionando demandas com abordagem multiprofissional até o fim da vida3.

Os indivíduos que possuem limitações vivem em processos crônicos dependentes de cuidados, necessitando na maioria das vezes de cuidados domiciliares contínuos. Destaca-se que o cuidado dedicado às pessoas idosas dependentes costuma ser realizado por um familiar, o qual é o responsável por dar continuidade ao tratamento em domicílio, auxiliando o idoso nas demandas necessárias, bem como nas atividades básicas e instrumentais de vida diária4.

O cuidador familiar é, quase em sua totalidade, um cuidador informal. Esse, se configura naquele que realiza o cuidado e a assistência de maneira não remunerada e além disso, não é profissional da área da saúde5. Ele é fundamental no provimento de suporte físico, emocional e social a pessoa idosa6 . Menciona-se ainda que a oferta desse cuidado é um desafio que envolve aspectos emocionais, físicos e financeiros que tendem a impactar a capacidade de oferta do cuidado ideal, especialmente devido a ausência de informações e treinamento para o cuidador familiar. Outra barreira está atrelada ao isolamento social e suporte comunitário.7

Diante desse contexto, formulou-se a seguinte questão de pesquisa: Qual a percepção de cuidadores familiares acerca do cuidado à pessoa idosa? Assim, a pesquisa teve como objetivo: Descrever a percepção de cuidadores familiares acerca do cuidado à pessoa idosa.

MÉTODO

Estudo qualitativo norteado pelas diretrizes do Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research (COREQ)11.  Os dados foram coletados nos meses de dezembro de 2022 e janeiro de 2023  nos domicílios das pessoas idosas, residentes em um município da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, pertencentes ao território de duas unidades de Estratégia Saúde da Família. As entrevistas foram conduzidas após treinamento prévio por quatro entrevistadoras, estudantes do curso de graduação bacharelado em enfermagem. Todas eram do sexo feminino, os quais não tinham contato prévio com os participantes.

Os nove cuidadores familiares participantes do estudo foram elencados por amostra intencional. Os critérios de inclusão foram: a pessoa que os idosos verbalizaram que os consideraram como família, com idade igual ou superior a 18 anos, que estivessem no domínio de suas faculdades mentais e que conseguissem se expressar de forma verbal. Utilizou-se nesta pesquisa, o conceito de que família é quem seus membros dizem que são, pois, entende-se família como um grupo de pessoas unidas por fortes vínculos emocionais, com o senso de pertencer e a inclinação a participar das vidas uns dos outros9.

Foram excluídos os cuidadores formais ou aqueles que recebiam algum tipo de remuneração para prestar o cuidado e os  cuidadores que possuíam distúrbios da fala como afasia e dislalia, impedindo de se expressarem de maneira verbal e aqueles que apresentarem algum déficit cognitivo como mensurado pelo Mini Exame do Estado Mental com pontos de corte 23/2410.

O instrumento de coleta de dados foi elaborado pelas pesquisadoras, sendo utilizado nas entrevistas. Essas, também foram gravadas no formato de áudio e após a finalização, ocorreu a transcrição das gravações. As entrevistas foram interrompidas mediante a saturação de dados.

Para realizar a caracterização da amostra, foi utilizado um questionário sociodemográfico constituído por questões objetivas direcionadas à pessoa idosa e ao cuidador familiar (sexo, idade, raça/cor, estado civil, escolaridade, renda, profissão e tempo que exerce o cuidado). Utilizou-se um roteiro de perguntas abertas acerca da percepção dos cuidadores familiares sobre o cuidado que é ofertado: “Como tem sido cuidar da pessoa idosa?”; “Conte-me como é o seu dia-a-dia como cuidador?”; “Para cuidar da pessoa idosa, você tem ajuda de mais alguém?” e “Como você se sente cuidando da pessoa idosa? 

A duração das entrevistas foi de oito a dezoito minutos. Não foram realizadas notas de campo, não foi realizado teste piloto e as entrevistas não foram devolvidas aos participantes. As gravações foram transcritas na íntegra e analisadas, de acordo com a análise de conteúdo proposta por Bardin11. Foram seguidas etapas descritas como pré-análise, descrição analítica e interpretação inferencial do conteúdo obtido. Na primeira etapa, foi realizada leitura exploratória por meio da relação das respostas com a temática sob a qual cada pergunta foi elaborada. A seguir, na fase de descrição analítica, a organização e sistematização dos dados por categorias e subcategorias de análises, e por fim, as unidades significantes a partir dos relatos categorizados de acordo com o que foi identificado nas entrevistas. Para a discussão e apresentação dos resultados, as falas foram numeradas de 1 a 9 e a letra “C” foi utilizada para representar “cuidador”. No entanto, não ocorreu feedback aos participantes.

Este estudo respeitou os aspectos éticos conforme do número 5.698.799 do parecer de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) sob CAAE: 62731522.60000.5323.

RESULTADOS

A partir da categorização realizada pelos relatos dos participantes, seguindo a ordem da gravação, transcrição e análise dos conteúdos, elencou-se duas categorias, sendo elas “Dificuldade e cansaço diante da responsabilidade e rotina diária” e “Cuidado em meio a empatia e gratidão”.  

Sob este prisma, dos nove cuidadores familiares, sete eram do sexo feminino com idade de 20 a 60 anos. Quanto ao estado civil, cinco solteiros, três casados e uma viúva. No que refere-se a raça, predominantemente branca. Dos nove entrevistados, dois possuem ensino médio incompleto, quatro ensino médio completo (e um desses, curso técnico completo), um ensino fundamental completo, um incompleto e um ensino superior completo. A renda mensal varia de um salário mínimo a três salários mínimos. Quanto à profissão, três desempregados, dois aposentados e quatro não mencionaram.

        No que refere-se ao grau de parentesco com a pessoa idosa, cinco referiram ser filhos, dois cônjuges, uma neta e uma não declarou. No quesito tempo que realiza os cuidados, variou de seis meses até 15 anos. E, por fim, dos nove cuidadores entrevistados, apenas dois possuem auxílio para cuidar da pessoa idosa e, são os próprios moradores da residência ou familiares próximos.

Dificuldade e cansaço diante da responsabilidade e rotina diária

A dedicação ao cuidado e mudança de rotina foram relatadas somada a interrupção da carreira profissional.

Mudou bastante né… É… mudou bastante sim. Passo em volta, ela depende mais de mim né. Eu moro aqui com ela. ..é uma rotina já, cansativa né… sempre morei com ela, só que ao longo dos anos da vida dela, ela foi se dificultando mais, se debilitando mais, e aí eu tive que ficar cuidando dela (C1).

Só nós aqui de casa. Eu, o pai e a mãe. Ela tem outra filha mas não… não participa (C3).

Olha, com doença é bem difícil. É só os de casa e olhe lá… (C4).

Agora eu não estou trabalhando. Parei de trabalhar pra poder cuidar dele…(C9).

Em meio às dificuldades, o estresse e o cansaço se destacaram no ato de cuidar.

Ah, um pouco, eu me sinto um pouco assim…Socialmente um pouco restrito né?! (C2).

 Não é fácil não cuidar dela, é difícil um pouco (C3).

No início era até mais simples né… mas é sempre na correria… Cansativo, mas tu tem umas horinhas de descanso também (C4).

Cansa, canseira, estresse… de não ter aquele tempo pra nada… Ah, é difícil. (C6)

Tipo, eu não posso sair, eu não posso viajar… eu tenho um filho também e eu troquei porque ele também é um filho daí né… (C9).

Foi identificado que compartilhar as atividades diárias de cuidado entre os familiares impacta diretamente a qualidade da assistência, uma vez que diminui a sobrecarga dos envolvidos.

Nós aqui somos entre três filhas que estamos cuidando dele, né! É, no caso é um dia para cada filha e a gente cuida dele com carinho né! (C5).

Cuidado em meio a empatia e gratidão:

Sentimentos positivos relacionados à gratidão e empatia também foram citados pelos cuidadores familiares.

Está sendo muito bom cuidar dele (C5).

Porque a pessoa se coloca no lugar da outra né, a pessoa não está livre, não tem idade para dar esses problemas aí né (C1).

Eu aprendi a me colocar no lugar da pessoa, então eu digo assim: eu cuido do meu marido do jeito que eu gostaria que fosse, que me tratassem, que cuidassem de mim (C4).

Cuidar dela não é cansativo. Pra mim é gratificante poder cuidar dela (C3).

DISCUSSÃO

A predominância feminina de cuidadores familiares vem sendo identificada em outras localidades12. Ainda, 73,07% dos cuidadores eram filhos e, nesta pesquisa, dos nove entrevistados, cinco eram filhos. Ao encontro disso, outros estudos trazem que, de maneira global, os cuidadores familiares de pessoas idosas são do sexo feminino, sendo em sua maioria, filhas e cônjuges12-14.

        Uma pesquisa realizada em Itajubá, Sul de Minas Gerais, também vem ao encontro deste, pois quando trata-se de desemprego entende-se que é impossível trabalhar e exercer a função de cuidador, visto que a pessoa idosa demanda cuidados para suas necessidades básicas e específicas15. Dos cuidadores entrevistados, três estavam desempregados, e justificaram o desemprego em decorrência da mudança de rotina.

O impacto da sobrecarga em cuidadores informais de pessoas idosas, a escolaridade é um aspecto importante. Esta, pode dificultar ou impedir a compreensão de informações profissionais sobre a pessoa idosa, gerando tensão frente à responsabilidade de ser o cuidador16. Nessa pesquisa, dos nove entrevistados, dois possuem ensino médio incompleto e um ensino fundamental incompleto. Enquanto os outros participantes que possuem escolaridade até Ensino Médio Completo, relatam que a rotina é difícil, cansativa e estressante.

Conforme um estudo realizado em duas Estratégias Saúde da Família de um município da região médio-norte do estado de Mato Grosso, o ato de cuidar de um idoso dependente traz implicações diretas aos cuidadores familiares, uma vez que mencionam a mudança de rotina e hábitos. Também, cuidar de uma pessoa idosa envolve os cuidados diários, sendo necessário conhecimento, competência e iniciativa ao cuidado e, muitas vezes, os cuidados familiares não estão preparados17.

O cuidado diário pode ser muito exaustivo, especialmente, para o cuidador familiar, desencadeando forte exaustão relacionada suas rotinas diurnas eram diferentes, tendo que abdicar do trabalho e lazer para assistir a pessoa idosa18. Esse contexto emerge da necessidade de suporte psicológico, físico e social e informações sobre o ato de cuidar que quando sanadas reduz significativamente a sobrecarga19.

Menciona-se ainda que o cuidado compartilhado com a família  bem como a educação em resiliência é eficaz para diminuir o estresse de cuidadores familiares de idosos com doenças crônicas20. Sobre os sentimentos positivos identificados a empatia é uma vivência multidimensional e está atrelada a habilidade de compreensão e compartilhamento de vivências para respostas apropriadas 21.

O sentimento de gratidão, sentido de vida e amor, partindo dos cuidadores, principalmente por se tratar do cuidado de um familiar idoso fortalecem a relação do binômio cuidador/pessoa idosa e podem gerar satisfação na retribuição em forma de cuidado22. A vivência do cuidar quando ancorado com afetividade, na solidariedade e no sentimento de gratificação, proporciona aos cuidados o sentimento de bem-estar23. Com isso, percebe-se que o ato de cuidar também gera sentimentos bons, impactando de maneira positiva a rotina diária dos cuidadores familiares de pessoas idosas dependentes.  

CONCLUSÃO

Este estudo objetivou descrever a percepção de cuidadores familiares acerca do cuidado à pessoa idosa. O cuidador familiar é chave para um cuidado resolutivo. O ato de cuidar acontece em meio a sentimentos aparentemente contraditórios como estresse, cansaço, gratidão e empatia que não apenas coexistem, mas estão profundamente interligados.

É preciso fortalecer o cuidador familiar com informações e buscar alternativas para subsidiar suas necessidades inerentes ao cuidado além dos pessoais. Nessa perspectiva, estratégias de educação em saúde presencial e no formato virtual podem auxiliar nesse processo. Os profissionais da atenção primária à saúde são essenciais na identificação e na implementação de soluções resolutivas. A universidade através de ações de pesquisa, ensino e extensão podem contribuir nesse processo através de novos estudos, cursos de formação e ações de extensão voltados às especificidades do cuidador familiar.

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