Avaliação de uma proposta de vivência sobre inclusão após atividade desenvolvida em um Jardim Sensorial

Evaluation of an experience proposal of inclusion after an activity developed in the Sensory Garden

Evaluación de una propuesta de experiencia de inclusión tras una actividad desarrollada en el Jardín Sensorial

Tipo de artigo: Original, estudo qualitativo

Autores

Andreia Salvador Baptista

Doutora em Fisioterapia - Faculdade Peruíbe – UNISEPE Educacional, Peruíbe, SP, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-6722-9163

Anderson Martins

Doutor em Fisioterapia - Faculdade Peruíbe – UNISEPE Educacional, Peruíbe, SP, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-8790-8032

Raísa Barbara Broggio *

Mestre em Educação -  Faculdade Peruíbe – UNISEPE Educacional, Peruíbe, SP, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-7907-2220

Isabela Cristina Corrêa Pereira

Graduanda em Educação Física - Faculdade Peruíbe – UNISEPE Educacional, Peruíbe, SP, Brasil

Orcid: https://orcid.org/0009-0002-2430-7632

RESUMO

Objetivo:O presente estudo teve como objetivo avaliar a percepção de alunos universitários em uma vivencia no jardim sensorial construído no campus da Faculdade Peruíbe. Método: trata-se de um estudo transversal com 86 alunos da Faculdade Peruíbe onde foi avaliado a percepção dos mesmos acerca da experiencia realizada de olhos vendados no jardim sensorial via questionário digital. Resultados: Apesar da sensação de paz e tranquilidade ao observar o jardim, as emoções e sensações negativas frente ao experimento foram superiores as emoções positivas. Conclusão: o jardim sensorial é uma ferramenta que possibilita a realização de diversas atividades educacionais e que experiencias sensoriais despertam sentimentos contraditórios em seus participantes.

DESCRITORES: Jardim Sensorial; Ensino Superior; Emoções; Percepção Sensorial; Inclusão

ABSTRACT

Objective:The present study aimed to evaluate the perception of university students in an experience in the sensory garden built on the campus of Faculdade Peruíbe. Method:a cross-sectional study was carried out with 86 students from Faculdade Peruíbe where their perception of the experience carried out blindfolded in the sensory garden was evaluated via digital questionnaire. Results: The results demonstrate that despite the feeling of peace and tranquility when observing the garden, negative emotions and sensations regarding the experiment were greater than positive emotions.Conclusion: the sensory garden is a tool that makes it possible to carry out various educational activities and that sensory experiences awaken contradictory feelings in its participants.

RESUMEN

Objetivo: El presente estudio tuvo como objetivo evaluar la percepción de estudiantes universitarios en una experiencia en el jardín sensorial construido en el campus de la Facultad Peruíbe. Método: Se realizó un estudio transversal con 86 estudiantes de la Facultad Peruíbe, donde se evaluó su percepción de la experiencia realizada con los ojos vendados en el jardín sensorial mediante un cuestionario digital. Resultados: Los resultados demuestran que, a pesar de la sensación de paz y tranquilidad al observar el jardín, las emociones y sensaciones negativas con respecto al experimento fueron mayores que las positivas. Conclusión: El jardín sensorial es una herramienta que permite realizar diversas actividades educativas y que las experiencias sensoriales despiertan sentimientos contradictorios en sus participantes.

INTRODUÇÃO

Os jardins sensoriais sugiram nos Estados Unidos e na Europa no final dos anos 90, na busca de profissionais da saúde em criar locais mais funcionais para seus pacientes, porém com uma visão científica e tecnológica, proporcionando ainda um local de uma área de lazer, inclusão e de terapia para pessoas com necessidades especiais inicialmente os deficientes visuais ¹.

O Jardim Sensorial tem como objetivo estimular os sentidos e incluir pessoas, além de ser uma ferramenta de auxílio a reabilitação e servir como um espaço de educação não-formal para todas as pessoas, possibilitando também discussão sobre meio ambiente e sustentabilidade, além de possibilitar ao ser humano se reencontrar com a natureza, recuperar  as  energias perdidas,  livrar-se  do  estresse  e  das  preocupações  da  atribulada  vida  atual² , utilizados com meio auxiliar no processo de recuperação e bem-estar de pessoas doentes ou com algum tipo de deficiência³.

A construção do jardim sensorial nasceu da ideia de proporcionar experiências para deficientes visuais, posteriormente essa vivência se expandiu com objetivo a reflexão sobre a inclusão social, sendo um espaço de promover trocas de experiências e de percepções entre públicos diversos, durante o percurso³.

A construção de jardins sensoriais se constituem de uma variedade de elementos que estimulam os sentidos e são particularmente eficazes em associação com serviços de saúde, tais como casas de repouso e hospitais, além de escolas, faculdades, parques e jardins botânicos, mas há elementos básicos e considerações que são comuns a todos eles 4. Este recurso como o jardim, ainda é pouco conhecido e utilizado no Brasil, é reconhecidamente benéfico a crianças, adultos, idosos, especialmente aqueles que têm problemas de processamento sensorial, incluindo autismo e outras deficiências como a cegueira 5.

A educação ambiental é uma das vertentes a ser trabalhada sendo feita de forma integrada e transversal, no jardim atuando de maneira não formal de ensino com conceitos relacionados à natureza, biodiversidade e consciência ambiental 6. Quando vinculamos esses dois componentes do processo ensino-aprendizagem é o primeiro passo para se trabalhar de forma efetiva, gerando resultados positivos na construção do conhecimento dos estudantes. Essa experiência sensorial estimula a curiosidade, fator imprescindível ao ato de aprender 7.

Através dos sentidos, o aluno pode reconhecer espécies vegetais, compreende a ecologia, a grande biodiversidade de organismos em pequenos espaços, o que o leva a ter noção da biodiversidade no planeta, além de favorecer sua sensibilização com relação à conservação do meio por meio da percepção sentidos humanos pela percepção das cores e formas (visão), texturas (tato), odores (olfato) e sons (audição)8..

O corpo humano e seus diversos órgãos sensoriais, como olhos, boca, nariz, ouvidos, entre outros, estão submetidos a uma infinidade de estímulos, que produzem variadas sensações no indivíduo, podendo ser um espaço com fins terapêuticos, transpondo o processo, como por exemplo, o cuidar de uma planta, ou nesse caso cuidar do jardim iria melhorar a vida de todos, pois este fato de cuidar possibilita diferentes sensações e emoções 9.

Os  jardins  sensoriais,  por  muitos  também  chamados  de  jardins  terapêuticos  ou ambientes restauradores 10 , representam uma antiga forma de terapia  por  exercer  domínio  atrativo  nos  sentidos  humanos.  Diferente de um jardim comum, o jardim sensorial é um espaço não somente destinado ao lazer e à contemplação, mas também uma ferramenta de inclusão, de educação e de participação social das pessoas9. Possibilitando reunir diferentes conteúdos educacionais da escola formal, o jardim sensorial garante uma metodologia prazerosa e terapêutica no processo de ensino e aprendizagem 8. Os jardins sensoriais não apresentam apenas benefícios terapêuticos, mas também educacional, por tornar equânime o sentido da aprendizagem, criando um ambiente de educação cooperativa e inclusiva 6.

O jardim vem sendo utilizado como auxílio do tratamento de muitas patologias, dentre elas demência sendo eficaz para o sono, agitação e cognição de pacientes com demência 11 . Os benefícios do jardim foram pensados ​​para ocorrer através de 2 mecanismos: reminiscência e estimulação sensorial. As evidências sugerem que esses mecanismos funcionam em parte incentivando um ambiente relaxante e calmo, ao mesmo tempo em que oferecem uma oportunidade para manter habilidades e hábitos de vida. Isso é em parte apoiado por outras pesquisas que sugerem que apenas observar a natureza pode reduzir o estresse e a ansiedade6.

As intervenções baseadas em jardins têm sido utilizadas como uma forma de terapia para distúrbios e doenças específicas, incluindo transtorno do espectro autista  12 e câncer infantil 13, como desenvolvimento socioemocional ou medidas biológicas de saúde.

Em um nível micro, estratégias inovadoras, como intervenções que incluem vários componentes, como aprendizado experimental e educação. Esses tipos de intervenções podem ser fundamentais na promoção da saúde 14.

Essas intervenções práticas também podem aumentar a atividade física ao ar livre e melhorar o desempenho acadêmico 15. Para jovens e adultos mais velhos, o jardim melhora a saúde mental e pode ajudar a reduzir a ansiedade, o estresse e a raiva  15, 16, 17.

Os alunos ao vivenciar experimentações são estimulados a observar, formular e testar hipóteses, analisar resultados, extrair conclusões, levando o aluno a raciocinar e não apenas memorizar 9, e o jardim sensorial colabora sendo uma ferramenta a mais no processo ensino aprendizagem, colocando o aluno atuando de forma interdisciplinar incentivando o respeito pelas pessoas com deficiência,  construindo um ambiente plural para a escola e a comunidade, tendo a inclusão como foco, despertando o interesse e respeito no processo inclusivo isto  o  exposto, tendo também como benefício complementar um excelente lugar para atividades relaxantes, estimular no processo de aprendizagem e ainda promove a inclusão social 18,19,20 e estimula os sentidos que podem estar adormecidos, não sendo de uso exclusivo para pessoas com necessidades especiais e/ou que estão em  fase de reabilitação, mas toda a extensão da sociedade 6, 15, 17.

Sendo assim, entende-se que o jardim sensorial é uma ferramenta de diversas possibilidades desde terapêutico, educacional e inclusivo, buscamos com essa pesquisa investigar uma atividade com alunos universitários em vivenciem voltada para reflexão sobre a inclusão.

MÉTODO

Trata-se de um estudo de corte transversal que busca avaliar uma atividade vivencial com universitários da Faculdade Peruíbe experimentarem uma atividade no jardim sensorial da instituição realizada no jardim sensorial objetivando uma reflexão acerca da inclusão. A pesquisa foi submetida na Plataforma Brasil e teve aprovação do comitê de ética sob o número CAAE 91892025.5.0000.5490.

O jardim sensorial é composto por diferentes tipos de solo divididos por faixas de concreto para sinalizar as mudanças no chão, seu corrimão é feito de tronco de eucalipto tratado e ao redor temos plantas separadas de acordo com os sentidos (tato, visão, olfato).

    A atividade possuiu um caráter vivencial com duração de 50 minutos, inicialmente os alunos retiram os calçados, vendam os olhos e recebem informações sobre a questão da deficiência, barreiras arquitetônicas e orientações de deslocamento para chegada no jardim. Monitores auxiliam durante toda a atividade.

    Durante o percurso os participantes puderam solicitar auxílio, tirar dúvidas ou interromper a atividade. Ao término do corredor entregaram a venda e iniciam a vivência com toque nas plantas, recebendo neste momento informações sobre seus benefícios e aplicações no dia a dia. Para finalizar a vivência, foram oferecidos chás de ervas retiradas do próprio jardim e um bate papo sobre as experiências vividas e como se colocar no lugar do deficiente.

    Foi enviado um formulário digital criado pelo Google Forms com perguntas fechadas e abertas para avaliar a experiência, sensações, emoções e desafios vividos.

RESULTADOS

Participaram das atividades no jardim sensorial, de forma totalmente voluntária, um total de 86 alunos da Faculdade Peruíbe. Conhecer as características demográficas dos participantes ajuda a traçar um perfil e possibilita o fornecimento de informações que possam contribuir para a compreensão dos dados coletados e suas possíveis variáveis.

    Inicialmente foram perguntadas informações relativas a idade, gênero e curso. A idade dos participantes variou entre 17 anos e 67 anos, distribuídas da seguinte forma: 24 participantes (27,9%) estão na faixa entre 17-20 anos; 26 participantes (30,2%) entre 21-30 anos; 25 participantes (29,1%) entre 31-40 anos; e 11 participantes (12,8%) acima dos 40 anos de idade.

    Em relação ao gênero, 58 dos respondentes se identificam como pertencentes ao gênero feminino (67,4%), 27 participantes como masculino (31,4%) e apenas 01 participante se identifica como pertencente a outro gênero (1,2%).

    A distribuição dos participantes entre os cursos demonstra um interesse maior pelo tema dos alunos matriculados nos cursos da saúde, sendo 39 participantes alunos do curso de fisioterapia (45,3%), 19 alunos do curso de educação física (22,1%) e 14 alunos do curso de enfermagem (16,3%). Os demais participantes se encontram distribuídos nos cursos de administração, com 9 alunos (10,5%), pedagogia com 3 alunos (3,5%) e ciências contábeis com 2 alunos (2,3%).

Figura 1 – Dados demográficos

Fonte: elaboração própria (2023)

    Após o levantamento do perfil dos participantes, foi solicitado que os mesmos indicassem as suas experiências sensoriais atmosféricas e sentimentais/emocionais vivenciadas durante as atividades no jardim. Os dados coletados a respeito das sensações atmosféricas estão demonstrados no Gráfico 1.

GRÁFICO 1 – Sensações Atmosféricas

    Fonte: elaboração própria (2023)

Os resultados apresentados no Gráfico 2 e no Gráfico 3 evidenciam que “insegurança”, “ansiedade” e “apreensão” foram as experiências mais relatadas pelos participantes durante as atividades. No entanto, quando avaliamos a percepção geral do jardim e das vivências com e sem vendas, a opinião dos participantes aponta para uma direção oposta, com os termos “intrigante” e “agradável” predominando nas respostas.

Gráfico 2 – Sensações e Emoções durante as atividades vendadas

Fonte: elaboração própria (2023)

Gráfico 3 – Percepção do Jardim

Fonte: elaboração própria (2023)

As demais perguntas do formulário apresentado aos participantes da vivência no jardim sensorial da Faculdade Peruíbe são relacionadas a acessibilidade e pessoas com deficiência.

    Dos 86 participantes, 43 alegam ter algum parente ou membro da família portador de alguma deficiência, dos quais as deficiências visual representam 9,3%, auditivas 11,6%, cognitivas/intelectuais 41,9% e deficiências físicas correspondem a um total de 37,2%. Não foi solicitado aos participantes que especificassem o grau e o tipo de cada deficiência.

    Quando questionados sobre como foi se colocar no lugar de um deficiente visual durante a vivência com as vendas, 44,2% dos participantes ficaram impressionados com as dificuldades ou não esperavam sentir tanta dificuldade, 48,8% passaram a compreender o que é viver com uma deficiência e 20,9% dizem se comprometer com ser mais atento as pessoas com necessidades especiais.

    Ao responder sobre a experiência ter modificado a visão dos participantes sobre deficiências e acessibilidade, apenas 1,2% afirma não ter mudado sua percepção sobre o assunto, porém todos os 86 respondentes afirmam entender a necessidade de ambientes acessíveis na sua rotina.

DISCUSSÃO

 Ao analisar as opções selecionadas no formulário apresentado aos participantes em relação a percepção e experiência emocional, é possível notar um predomínio de sensações negativas sobre as positivas, muito provavelmente em virtude de grande parte da atividade ser realizada de olhos vendados. Os resultados apresentados no gráfico 2 deixa evidente que “insegurança”, “ansiedade” e “apreensão” foram as experiências mais vivenciadas pelos participantes durante as atividades, contudo, numa percepção geral do jardim e das experiências vivenciadas com e sem vendas, a opinião dos participantes apontam para a direção contrário, tendo “intrigante” e “agradável” como predomínio das respostas (Gráficos 2 e 3).

Uma pesquisa realizada na China, em 2020, com estudantes universitários demonstrou que na comparação entre as experiências vivenciadas em ambientes urbanos e jardins, as sensações atmosféricas também apontam um predomínio dos aspectos “frio”, “úmido” e “aromático” ²¹

    Uma pesquisa realizada sobre a percepção de alunos do ensino médio ²² profissionalizante, no Jardim Sensorial do Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aponta relatos parecidos, tendo como principais respostas “surpresa”, “curiosidade”, “encantamento”, “medo” e “insegurança”.  Já a pesquisa realizada na China ²¹, com os universitários, apresenta uma predominância dos termos “seguro”, “ordenado” e “interessante”. Vale ressaltar que em ambas as pesquisas, toda a vivência foi realizada sem o uso de vendas nos olhos.

    Ao serem questionados sobre a experiência de se colocar no lugar de uma pessoa com deficiência visual durante a atividade com vendas, 44,2% dos participantes relataram surpresa com o nível de dificuldade encontrado; 48,8% afirmaram ter compreendido melhor a experiência de viver com uma deficiência; e 20,9% declararam ter se comprometido a serem mais atentos com pessoas com necessidades especiais.

Quanto à possível mudança de percepção sobre deficiência e acessibilidade após a vivência, apenas 1,2% dos participantes afirmou não ter havido alteração em sua visão. Notavelmente, todos os 86 respondentes afirmaram reconhecer a necessidade de ambientes acessíveis em seu cotidiano.

    Em uma vivência semelhante a realizada na Faculdade Peruíbe foi realizada no jardim sensorial do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)²³ , onde os participantes percorriam o trajeto do jardim com olhos vendados, ou não, os autores afirmam que esse tipo de experiência desperta a curiosidade e a compreensão da acessibilidade.

    O jardim sensorial não auxilia somente na compreensão da acessibilidade, mas também atua de forma positiva melhorando as habilidades motoras, a percepção espacial e temporal, além de promover o resgate da percepção do “eu”  24,25,26 .

O espaço do jardim sensorial torna-se não apenas um espaço de relaxamento e contemplação, mas também um instrumento de integração, educação e participação social de indivíduos com diferentes necessidades e possibilita o contato com o ambiente natural e suas peculiaridades.

CONCLUSÃO

Os jardins sensoriais são espaços que promovem relaxamento e bem-estar, porém configuram-se como espaços para o desenvolvimento de atividades educativas e inovadoras. A experiência proposta de simular as dificuldades de uma pessoa com deficiências visuais durante o percurso do jardim sensorial é um exemplo dessas práticas.

    Fica evidente que a percepção sensorial é algo que muitas vezes as pessoas não valorizam em seu cotidiano e que quando são privadas de um dos sentidos, emoções como ansiedade e medo vem à tona.

  O espaço do jardim e suas vivências sensoriais promovem o autoconhecimento e o despertar de sensações e emoções, e deve ser explorado em suas múltiplas facetas para se obter o máximo de seu aproveitamento.

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