VISIBILIZANDO A VULNERABILIDADE:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM EM AÇÃO COM PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA
MAKING VULNERABILITY VISIBLE: AN EXPERIENCE REPORT OF NURSING STUDENTS WORKING WITH HOMELESS PEOPLE
VISIBILIZACIÓN DE LA VULNERABILIDAD: INFORME DE LA EXPERIENCIA DE ESTUDIANTES DE ENFERMERÍA TRABAJANDO CON PERSONAS SIN HOGAR
Tipo de artigo: Relato de Experiência
Autores
Pedro Lucas Aparecido de Souza
Graduando em Enfermagem. Universidade Anhembi Morumbi
Orcid: https://orcid.org/0009-0007-4364-8973
Beatriz Ferreira Santos Da Silva
Graduanda em Enfermagem. Universidade Anhembi Morumbi
Orcid: https://orcid.org/0009-0005-7416-2947
Emily Souza do Espírito Santo
Graduanda em Enfermagem. Universidade Anhembi Morumbi
Orcid: https://orcid.org/0009-0004-0086-0331
Rafaelly Fialkovics Martins Camilo
Graduada em Fisioterapia. Universidade Paulista
Orcid: https://orcid.org/0009-0008-2316-6122
Silvana Flora de Melo Silvana Melo
Mestra em Ciências do Envelhecimento. Universidade São Judas Tadeu
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-6368-9787
Helberty Carlos dos Santos
Graduado em Enfermagem. Universidade Nove de Julho
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3780-6230
Jamila Fabiana de Oliveira Costa
Graduada em Enfermagem. Centro Universitário São Camilo
Orcid: https://orcid.org/0009-0000-9419-3146
Henrique Almeida Assis Costa
Mestre em Promoção da Saude. Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP)
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-4031-6750
RESUMO
A humanização na enfermagem envolve reconhecer o outro em sua totalidade, promovendo cuidado integral e acolhimento, especialmente em contextos de vulnerabilidade. Este relato descreve a experiência de estudantes de enfermagem na “I Feira de Saúde”, ação social promovida pelo Projeto FASE, voltada à população em situação de rua na cidade de São Paulo. A ação contou com atendimentos multiprofissionais, como aferição de sinais vitais, orientações em saúde e distribuição de kits de higiene e alimentação. Foram atendidas cerca de 80 pessoas, majoritariamente homens negros, refletindo o perfil predominante dessa população. A vivência possibilitou a aplicação prática de conhecimentos técnicos e o desenvolvimento da escuta ativa e do acolhimento, pilares do cuidado humanizado. A ação reforçou o papel do enfermeiro como agente de transformação social, evidenciando a importância da empatia e do compromisso com a dignidade humana na formação profissional.
DESCRITORES: Enfermagem; Cuidado humanizado; População em situação de rua; Saúde pública; Estudantes de enfermagem.
ABSTRACT
Humanization in nursing involves recognizing the other in their entirety, promoting comprehensive care and acceptance, especially in vulnerable contexts. This report describes the experience of nursing students at the "1st Health Fair," a social initiative promoted by the FASE Project, aimed at the homeless population in the city of São Paulo. The initiative included multidisciplinary services, such as vital sign checks, health guidance, and the distribution of hygiene and food kits. Approximately 80 people were served, mostly Black men, reflecting the predominant profile of this population. The experience enabled the practical application of technical knowledge and the development of active listening and acceptance, pillars of humanized care. The initiative reinforced the role of nurses as agents of social transformation, highlighting the importance of empathy and a commitment to human dignity in professional training.
DESCRIPTORS: Nursing; Humanized Care; Homeless Population; Public Health; Nursing Students.
RESUMEN
La humanización en enfermería implica reconocer al otro en su totalidad, promoviendo la atención integral y la aceptación, especialmente en contextos vulnerables. Este informe describe la experiencia de estudiantes de enfermería en la "1.ª Feria de Salud", una iniciativa social impulsada por el Proyecto FASE, dirigida a la población en situación de calle de la ciudad de São Paulo. La iniciativa incluyó servicios multidisciplinarios, como la verificación de signos vitales, la orientación sanitaria y la distribución de kits de higiene y alimentación. Se atendió a aproximadamente 80 personas, la mayoría hombres negros, lo que refleja el perfil predominante de esta población. La experiencia facilitó la aplicación práctica de conocimientos técnicos y el desarrollo de la escucha activa y la aceptación, pilares de la atención humanizada. La iniciativa reforzó el papel de las enfermeras como agentes de transformación social, destacando la importancia de la empatía y el compromiso con la dignidad humana en la formación profesional.
DESCRIPTORES: Enfermería; Cuidado humanizado; Población en situación de calle; Salud pública; Estudiantes de enfermería.
INTRODUÇÃO
A vulnerabilidade humana pode ser compreendida como uma condição essencial e universal, marcada pela exposição a riscos sociais, econômicos e de saúde, que compromete o acesso a direitos e à dignidade [1]. Nesse contexto, o vulnerável é caracterizado como o mais fraco, aquele em desvantagem quanto à distribuição de renda, serviços, qualidade de vida, educação e saúde [2]. Todos os indivíduos estão sujeitos a situação de fragilidade ao longo da vida e fatores estruturais, como exclusão social e desigualdade, ampliam essa vulnerabilidade em grupos específicos, como a população em situação de rua [1].
Na atualidade a falta de moradia afeta cerca de 1,6 bilhão de pessoas em todo o mundo [3]. Em 2018, a revista Las2 Orillas relatou que aproximadamente 70 milhões de pessoas na América Latina vivem em estado de indigência, caracterizado pela ausência de recursos mínimos para sobrevivência, como saúde, alimentação e vestuário, podendo ou não estar em situação de rua [4]. No Brasil, observa-se crescimento da população em situação de rua, concentrada na região Sudeste, especialmente em São Paulo, com perfil dominante masculino, adulto e negro, muitos com histórico de emprego formal, mas excluídos do mercado de trabalho [5].
Essa população apresenta elevada morbimortalidade, incluindo doenças infecciosas (HIV, tuberculose), agravamento de doenças crônicas, transtornos mentais (ansiedade, depressão, esquizofrenia) e maior risco de infecções respiratórias devido à exposição ao frio, chuva e poluição [6]. Fatores individuais, como histórico de negligência e transtornos psiquiátricos, aliados à exclusão social, desemprego e falta de moradia e educação, reforçam sua vulnerabilidade.
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2022, aproximadamente 281,4 mil pessoas viviam em situação de rua no Brasil, representando crescimento de 38% em relação a 2019, período anterior à pandemia de COVID-19 [7]. Esses indivíduos enfrentam diariamente a falta de moradia, alimentação adequada, segurança e acesso a serviços básicos de saúde e dignidade [8]. Um depoimento reforça a necessidade de atenção humanizada a esse público:
“Eu não quero, apenas, que as pessoas parem para me dar uma moeda ou comida. Eu quero que as pessoas parem para ouvir o que tenho a dizer” [9].
A promoção em saúde é um conjunto de estratégias e ações com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, atuando antes do surgimento de doenças. Inclui educação em saúde, estímulo a hábitos saudáveis, participação social e criação de políticas públicas que favoreçam ambientes seguros e estilos de vida saudáveis.[10]
O atendimento humanizado em enfermagem consiste em reconhecer o paciente em sua totalidade, indo além de sinais e sintomas clínicos, promovendo acolhimento, dignidade e vínculo [11]. Essa prática integral contempla dimensões físicas, emocionais, sociais e espirituais, garantindo assistência individualizada e adequada às necessidades específicas de cada paciente [12].
Diante desse cenário, este relato de experiência descreve a participação de estudantes de Enfermagem como voluntários no Projeto FASE, promovido pela Igreja Habitar, na região de Santa Cecília, São Paulo. A “I Feira de Saúde” objetivou oferecer cuidado à população em situação de rua por meio da entrega de kits de higiene e alimentação, e da avaliação inicial de enfermagem com aferição de sinais vitais. A participação dos acadêmicos buscou promover saúde de forma integrativa e humanizada, desenvolvendo visão holística e empática. Como ressalta Carl Jung:
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”
MÉTODO
Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência referente a participação de graduandos na ação social em saúde, onde o público alvo se encontra em situação de rua. A Habitar Igreja Inclusiva Afirmativa LGBTQIAPN+, possui duas congregações localizadas no estado de São Paulo, na sede da região barra funda é desenvolvido o Projeto Fase, cujo objetivo é elaborar ações voltadas à ajuda humanitária, à solidariedade e à valorização da vida. Nesse contexto, o projeto desenvolveu a ação nomeada como “I Feira de Saúde”, cuja primeira edição ocorreu em agosto de 2025, na região de Santa Cecília, em São Paulo.
A participação dos acadêmicos ocorreu em todas as etapas, abrangendo desde a confecção de kits de higiene, alimentação, e desenvolvimento direto em atividades técnicas. Também foram realizados atendimentos multiprofissionais, incluindo avaliação de enfermagem, guia de como aliviar dores nos pés ministrada pela equipe de fisioterapia através de itens achados facilmente, como a garrafa PET, e orientação da odontologia sobre higiene oral e como utilizar de forma correta os itens presentes no kit distribuído.
Aproximadamente 80 pessoas em situação de rua, que residiam e pernoitavam naquela praça, estiveram envolvidas na ação. Além delas, também havia a presença de transeuntes. A maioria do grupo era composta por homens, havendo ainda integrantes da comunidade LGBTQI+ e uma minoria de mulheres. A faixa etária e o nível de escolaridade apresentaram-se de forma diversa.
RESULTADOS
Em junho de 2025 foi realizado o convite pelo docente para os alunos do 5º e 6º semestres de enfermagem da universidade Anhembi Morumbi, que já haviam cursado previamente as seguintes unidades curriculares: semiologia, semiotécnica, urgência e emergência. Durante o chamado para a ação foi apresentado o Projeto “Fase”, da igreja Habitar, que frequentemente realiza ações sociais na região da Santa Cecília, entregando comida e kits de higiene à população vulnerável da região, e até o momento não houve ação com equipe de saúde.
Durante a apresentação os alunos se engajaram de forma completa para participar desta ação social, pois, visualizam que, “I Feira de Saúde” assim denominada, traria experiência prática e teórica dos conteúdos abordados em aulas anteriores, como aferição de sinais vitais. Além do trabalho humanitário em equipe gerado pela confecção dos itens a serem distribuídos para a população em situação de fragilidade social.
No início do 2º semestre de 2025, os quatro discentes chegaram à igreja habitar, localizada na Barra Funda, por volta das 13h30. No local foram recebidos pelo representante do Projeto Fase e Pastor Fernando Gonçalves, que logo apresentou aos outros voluntários que estavam a contribuir com a ação. Dentre eles havia, técnicos de enfermagem, enfermeiros, dentistas e fisioterapeutas. Os apoiadores em sua totalidade eram elementos da própria igreja. O local é um espaço acolhedor, projetado para criar uma atmosfera de paz e reflexão. Ao entrar, somos imediatamente envolvidos por uma sensação de tranquilidade.
Após reconhecimento do ambiente, os universitários foram realizar as atividades precedentes da ação, confeccionaram aproximadamente 100 kits de higiene, com a ajuda dos demais voluntários, nesses kits eram compostos por escova dental, pasta dental, fio dental, sabonete, em kits pensados para as mulheres em situação de rua foi adicionado um pacote de absorvente, dessa forma os kits visavam auxiliar nas necessidades básicas do público alvo.
A instabilidade nutricional é enfrentada diariamente por pessoas em situação de rua, com solidariedade e valorização da vida, o Projeto Fase arrecadou doações para proporcionar lanche durante o ato de caridade, os alunos prontamente se dispuseram e realizaram linha de montagem para preparar 84 Hot-dogs, acompanhado de refresco de uva feito pela mão dos estudantes e voluntários presentes.
Figura 1 - Linha de montagem dos hot-dogs
Fonte: Arquivo pessoal
Além dos estudantes de enfermagem a ação contou com a presença de equipe odontológica que conduziu uma apresentação referente a saúde bucal e equipe de fisioterapia realizou instruções de como realizar alívio de dores e mobilidade para os membros inferiores com ênfase nos pés. Dessa forma a ação “I feira de saúde” teve amplo cuidado com o público alvo, levando saúde aos diversos aspectos dos indivíduos presentes na ação.
Todos os itens para a doação e alimentação foram organizados nos carros e seguimos para reunião de equipe, foi explicado de forma clara e objetiva a atuação de cada voluntário, o Professor instruiu os discentes a realizar a aferição de sinais vitais, curativo em feridas e ao encaminhamento correto para os casos urgentes ou emergenciais. Preservando o atendimento humanizado, empatia e sensibilidade com esse público inseguro socialmente.
Os voluntários se dividiram em cinco carros, às 15h30 se encaminharam a região do Bairro Santa Cecília, o trajeto foi de aproximadamente 10 minutos. No Local foram estacionados os carros e organizado para o melhor atendimento em saúde e distribuição dos kits de higiene e alimentação. Com a movimentação dos participantes foi possível notar que, o público alvo se aproximou para compreender sobre o que a ação do Projeto Fase se tratava, e se comunicaram entre eles para realizar filas de atendimento.
A ação foi dividida entre setores, as equipes de Enfermagem, Odontologia e Fisioterapia paramentaram-se com EPI’s e começaram os atendimentos, aferindo sinais vitais (SSVV) e cobertura de feridas, realizando as instruções e orientações referentes às suas respectivas áreas de conhecimento.
Foram atendidas pouco mais de 80 pessoas, eram 4 alunos e cada um atenderam aproximadamente 20 pacientes, sempre na supervisão dos profissionais de enfermagem. A maior parte dos atendimentos foi realizada em homens e observou-se que o público é majoritariamente de negro, o que corrobora com dados mencionados anteriormente, referente aos registros disponíveis da população em situação de rua em são paulo[5].
Durante o atendimento, os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, as condutas que anteriormente eram realizadas em laboratórios com ambiente controlado. Portanto, essa experiência proporcionou maior aproximação com a realidade, permitindo a aproximação em cena reais, com interferências externas e situações inesperadas. A partir de ações como essas, os discentes vão se assemelhando com a profissão escolhida, pois, a enfermagem requer sensibilidade com seus pacientes e técnica que vão se aprimorando a partir das atividades.
A aferição da Pressão Arterial (PA) foi o principal sinal vital solicitado nos atendimentos por se tratar de uma ação rápida e de fácil entendimento para o público-alvo. Sendo de grande importância esse parâmetro representa o quanto de força o coração realiza para circular o sangue pelo corpo, o ministério da Saúde [15] diz que valores maiores que 140/90 mmHg são considerados hipertensão arterial, que atinge cerca de 27,9% da população brasileira, e está associada a determinante alimentar [12].
O atendimento humanizado e individualizado se mostrou fundamental durante a experiência, ele contribuiu para reduzir ansiedade, estresse durante a situação e se tornou a chave para fortalecer o vínculo entre a equipe e a comunidade. O atendimento não se restringiu somente a técnica, envolveu o ser biopsicossocial em todas as suas singularidades, sempre respeitando suas necessidades físicas, emocionais e sociais. Desenvolvendo postura profissional e exemplar, com empatia, comunicação clara e escuta ativa, trazendo a completa percepção que os pacientes estavam seguros e confortáveis com o atendimento oferecido.
figura 2 - Alunos aferindo sinais vitais
Fonte: Arquivo pessoal
Não houve nenhuma ocorrência emergencial, as aferições de PA se mantiveram dentro da normalidade <140/90 mmHg, somente um entre os aproximados 80 pacientes relatou edema de face, devido à odontalgia, porém estava uso descontínuo do medicamento anti-inflamatório. Aqueles que relataram precisar de algum atendimento especializado foram informados que a unidade básica de saúde (UBS), referência do bairro, é a porta de entrada para acesso à rede de saúde. Dessa forma, o atendimento solicitado pode ser realizado a partir do fluxograma instituído pela UBS.
Foi percebido em comum que, alguns dos atendidos estavam somente participando do atendimento para poder retirar os itens ofertados pelo Projeto Fase, essa ansiedade em receber o ofertado impactou de forma negativa, devido absorção da ansiedade do indivíduo que se encontra agitado para garantir seu kit. Apesar de estarem animados pelo alimento, foi possível apreciar a gratidão do público alvo pela ação em saúde, falas como: “obrigado, por se importarem conosco”; “Faz tempo que não tiro minha pressão”; ”Obrigado por perguntar meu nome”; “E Aí, eu estou bem?”. Essas expressões nos fizeram refletir sobre como algo simples como aferir a PA e escuta humanizada por ter grande valor, para as pessoas em situação de vulnerabilidade.
Após a escassez dos produtos distribuídos, o público se dispersou e não houveram mais atendimentos, assegurando a ideia de que o principal fator que colaborou para o grande número de participantes na “I feira de saúde” foi a distribuição de lanche e conjunto de higiene pessoal.
Ação finalizada, realizado a desinfecção dos objetos utilizados e antissepsia das mãos, para eliminar ou inibir a possibilidade de infecção dos voluntários da ação, retornamos às 17h para a igreja habitar, e nos despedimos dos componentes do Projeto Fase com sensação de dever cumprido.
CONCLUSÃO
A ação se mostrou grande aliada para o aperfeiçoamento da destreza técnica dos acadêmicos de enfermagem, a partir da demanda de saúde pública e à prática com pessoas em cenas de interposição externas, que estimula a adaptação aos diversos ambientes, comunicação efetiva com público atendido, trazendo a sensação de confiança profissional para realizar os procedimentos privativos da profissão.
O enfermeiro é o cientista do cuidado, cuja premissa envolve a qualidade da assistência e o bem-estar do paciente. Na intervenção com o grupo em situação de vulnerabilidade, foi perceptível a evolução da sensibilidade dos alunos durante os atendimentos. Dessa forma, a humanização se mostra fundamental na formação desses futuros profissionais, preparando-os para atuar no mercado com um saber mais consolidado e apto para enfrentar as adversidades.
Fazer parte da “I feira de saúde” e realizar todas as etapas, desde a montagem de lanches, kit de higiene, distribuição e os atendimentos, nos mostrou a importância das ações voltadas à ajuda humanitária, à solidariedade e à valorização da vida. “Levamos o pão, mas, os alimentados fomos nós”, cada participante que dedicou seu tempo, encontrou durante a experiência, nutrição emocional, desenvolvimento humano, e entendimento mais profundo referente a solidariedade.
REFERÊNCIAS
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