ANÁLISE DOS FATORES DE ESTRESSE EM DISCENTES DE ENFERMAGEM
ANALYSIS OF STRESS FACTORS IN NURSING STUDENTS
ANÁLISIS DE LOS FACTORES DE ESTRÉS EN ESTUDIANTES DE ENFERMERÍA
Ana Henryketa Vitórya Leccheyn Santos - Centro Universitário FMABC
Letícia Alves Verri - Centro Universitário FMABC
Nicolas Washington Reis - Centro Universitário FMABC
Dra. Simone Alvarez Moretto - Centro Universitário FMABC
Me. Juliana Thomaz Palladino - Centro Universitário FMABC
Jakeline Palmezano Crispim de Souza Bufoni - Centro Universitário FMABC
Dr. Laercio da Silva Paiva - Centro Universitário FMABC
Dra. Simone de Oliveira Camillo - Centro Universitário FMABC
DESCRITORES
Enfrentamento; Estresse psicológico; Estudantes de enfermagem. Coping Skill;Stress, Psychological; Students, Nursing. Afrontamiento; Estrés Psicológico; Estudiantes de Enfermería.
RESUMO
O estresse é uma resposta psicofisiológica resultante da interação entre estímulos externos e a forma como são percebidos e enfrentados pelo indivíduo. No contexto acadêmico, estudantes de enfermagem enfrentam altos níveis de estresse devido à carga de atividades, ao contato precoce com o cuidado ao paciente e aos desafios pessoais. Essas exigências podem comprometer a aprendizagem, o bem-estar e o desenvolvimento profissional. Este estudo buscou analisar a correlação entre características sociodemográficas, acadêmicas e profissionais com os fatores de estresse em estudantes de enfermagem do primeiro e do quarto ano, nos períodos de 2023 e 2024, utilizando o instrumento Análise de Estresse em Estudantes de Enfermagem (AEEE). Como resultado, obteve-se uma amostra majoritariamente composta por mulheres, solteiras, sem filhos e que residem com pais ou amigos. Observou-se maior destaque nos níveis de estresse relacionados ao “Gerenciamento de tempo”, “Formação profissional”, “Atividade teórica” e “Comunicação profissional”, variando conforme os anos avaliados.
ABSTRACT
Stress is a psychophysiological response resulting from the interaction between external stimuli and the way they are perceived and managed by the individual. In the academic context, nursing students face high levels of stress due to workload, early contact with patient care, and personal challenges. These demands can compromise learning, well-being, and professional development. This study aimed to analyze the correlation between sociodemographic, academic, and professional characteristics and stress factors among first- and fourth-year nursing students during the 2023 and 2024 academic periods, using the Stress Analysis in Nursing Students (AEEE) instrument. The sample consisted predominantly of women, single, childless, and living with parents or friends. Higher stress levels were observed in the domains of “Time management,” “Professional training,” “Theoretical activity,” and “Professional communication,” varying according to the academic year evaluated.
RESUMEN
El estrés es una respuesta psicofisiológica resultante de la interacción entre los estímulos externos y la forma en que son percibidos y afrontados por el individuo. En el contexto académico, los estudiantes de enfermería enfrentan altos niveles de estrés debido a la carga de actividades, al contacto temprano con el cuidado del paciente y a los desafíos personales. Estas exigencias pueden comprometer el aprendizaje, el bienestar y el desarrollo profesional. Este estudio tuvo como objetivo analizar la correlación entre las características sociodemográficas, académicas y profesionales y los factores de estrés en estudiantes de enfermería del primer y cuarto año, durante los períodos de 2023 y 2024, utilizando el instrumento Análisis de Estrés en Estudiantes de Enfermería (AEEE). La muestra estuvo compuesta mayoritariamente por mujeres, solteras, sin hijos y que viven con sus padres o amigos. Se observaron niveles más altos de estrés relacionados con los dominios de “Gestión del tiempo”, “Formación profesional”, “Actividad teórica” y “Comunicación profesional”, variando según los años evaluados.
INTRODUÇÃO
O estresse é compreendido como um processo psicofisiológico que envolve tanto os estímulos estressores quanto a forma como o indivíduo os interpreta e responde (1,3). Segundo a Organização Mundial da saúde 90% da população mundial sofre de estresse, um problema que afeta diretamente os universitários, com isso o Brasil ocupa 4° lugar no ranking dos países onde o estresse mais afeta a rotina diária (2). No contexto acadêmico, especialmente em cursos da área da saúde, como a Enfermagem, o estresse tem se tornado uma preocupação crescente, dada sua relação com o aumento de distúrbios psíquicos e com os impactos no desempenho dos estudantes (3-4). Durante a graduação, os discentes de Enfermagem enfrentam múltiplos fatores estressores, como a carga excessiva de atividades, que seguindo as diretrizes impostas pelo Ministério da Educação, é necessário que o curso de bacharelado em enfermagem possua 4.000hrs, incluindo estágios obrigatórios que devem ser equivalentes a no mínimo 50% do total, ou seja, 600 horas, totalizando de 8 a 10 semestres a depender da instituição (5). Além das horas complementares exigidas pela instituição que devem totalizar 180hr até o final do curso (5). Pode se destacar também como fatores de estresse o medo do fracasso, a insegurança diante da prática clínica e os desafios pessoais. Essas experiências podem comprometer seu desenvolvimento profissional, bem como o bem-estar físico e mental (4). A compreensão do estresse, conforme descrito por Hans Selye na Teoria da Síndrome de Adaptação Geral, permite identificar suas fases — alarme, resistência e exaustão — e compreender como o tempo de exposição, a intensidade e a percepção individual influenciam a resposta ao estressor. A adaptação ineficaz a essas demandas pode prejudicar a qualidade de vida dos estudantes, afetando também sua produtividade acadêmica e saúde mental (6-8). Diante disso, é essencial investigar como fatores sociodemográficos, acadêmicos e profissionais se correlacionam com os níveis de estresse vivenciados por estudantes de Enfermagem (9). Esta pesquisa propõe analisar essas variáveis em graduandos do primeiro e do quarto ano, caracterizando o perfil dos participantes e identificando os principais domínios de estresse por meio do instrumento AEEE (Análise de Estresse em Estudantes de Enfermagem).
MÉTODO
Trata-se de um estudo descritivo e analítico, com abordagem quantitativa, realizado no Centro Universitário FMABC, localizado na cidade de Santo André (SP), instituição privada autorizada pelo Decreto Federal nº 76.850/1975. A coleta de dados ocorreu nos meses de maio de 2023 e maio de 2024. A população foi composta por 159 estudantes matriculados no 1º e 4º anos do curso de Enfermagem, nos anos de 2023 e 2024, do turno matutino. A amostra foi não probabilística, por conveniência, totalizando 119 participantes (64 do 1º ano e 55 do 4º ano). Foram incluídos estudantes regularmente matriculados nos períodos mencionados e excluídos aqueles que não aceitaram participar, não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) ou tinham menos de 18 anos. Com a finalidade de atender aos objetivos do estudo, foram coletados dados sociodemográficos, acadêmicos e de estilo de vida dos graduandos do 1º e 4º ano de Enfermagem, por meio de um questionário de identificação, juntamente com o instrumento para avaliação dos fatores de estresse. As variáveis investigadas foram: Quantitativas: idade, número de dependentes, renda familiar, ano que está cursando, horas de estudo diário, tempo gasto para chegar à instituição, tempo de trabalho no emprego atual, número de cigarros consumidos por dia e frequência semanal de consumo de bebidas alcoólicas. Qualitativas: sexo, situação conjugal, etnia, crença religiosa, com quem reside, presença de pendência em alguma disciplina, interesse em desistir do curso e motivo, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, trabalho remunerado, cargo e período de trabalho. Para mensurar os níveis de estresse, utilizou-se o instrumento Avaliação de Estresse em Estudantes de Enfermagem (AEEE), validado por Costa e Polak (2009), composto por 30 itens distribuídos em seis domínios: atividades práticas, comunicação profissional, gerenciamento do tempo, ambiente, formação profissional e atividade teórica. As respostas seguiram a escala Likert de 4 pontos (0 a 3), com categorização da intensidade do estresse em quartis: baixo, médio, alto e muito alto. Os dados foram organizados e analisados com o software Stata 18.0. A análise estatística incluiu estatística descritiva (frequência, média, mediana, desvio padrão, valores mínimo e máximo) e estatística inferencial. Utilizaram-se os testes paramétricos t de Student e ANOVA (com pós-teste de Bonferroni) e os não paramétricos Mann-Whitney e Kruskal-Wallis (com pós-teste de Dunn), além do teste de correlação de Spearman. O nível de significância adotado foi de 5% (p ≤ 0,05). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário FMABC, conforme parecer nº 1.833.619 e CAAE nº 60567916.8.3001.0082.
RESULTADOS
A amostra deste estudo foi composta por 119 estudantes de Enfermagem do primeiro e do quarto ano, com média de idade de 23,21 anos. Observou-se predominância do sexo feminino, solteiras, sem filhos e que residiam com os pais ou amigos. Em relação às variáveis acadêmicas, os estudantes relataram pouco tempo de estudo e maior dificuldade na comunicação profissional. Além disso, mais da metade afirmou já ter pensado em desistir do curso, devido à desmotivação, exaustão, dificuldades financeiras e acadêmicas. Entre os fatores de estresse, os domínios mais relevantes variaram conforme o ano letivo. Para os estudantes do primeiro ano de 2023, o domínio “Gerenciamento do tempo” foi o mais estressante; no quarto ano de 2023, destacou-se a “Formação profissional”; e no quarto ano de 2024, a “Atividade teórica”. As análises das variáveis sociodemográficas revelaram que estudantes mais velhos apresentaram maiores níveis de estresse nos domínios “Comunicação profissional” e “Formação profissional”. Estudantes do sexo feminino também demonstraram níveis mais elevados de estresse relacionados à “Formação profissional”, enquanto aqueles com companheiros ou filhos apresentaram maior estresse em “Gerenciamento do tempo”.
Tabela 1: Resultado do teste t student e anova, entre as variáveis quantitativas sociodemográficas, acadêmicas e os fatores de estresse (Estresse em Estudantes de Enfermagem - AEEE) dos estudantes de enfermagem (N=119) de 1ª e 4ª séries dos de 2023 e 2024. Santo André, 2023 e 2024. |
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Variáveis quantitativas | Tempo de viagem | Tempo de estudo | Tempo de trabalho | Idade | |||||||
Domínios AEEE | Me*/Md** | p | Me*/Md** | p | Me*/Md** | p | média | p | |||
D1 - "Realização das atividades práticas" | 9,23* | 0,988 | 9,02* | 0,168 | 9,33* | 0,107 | 23,21 | 0,097 | |||
D2 - "Comunicação profissional" | 4,89* | 0,844 | 7,00* | 0,042* | 4,37* | 0,194 | 23,21 | 0,001* | |||
D 3 – “Gerenciamento do Tempo” | 10,00** | 0,470 | 10,00** | 0,851 | 10,00** | 0,963 | 23,21 | 0,247 |
| ||
D 4 – “Ambiente” | 4,00** | 0,000* | 3,00** | 0,075 | 3,50** | 0,493 | 23,21 | 0,480 |
| ||
D 5 – “Formação Profissional” | 10,00** | 0,609 | 10,00** | 0,014* | 11,00** | 0,229 | 23,21 | 0,004* |
| ||
D6 - "Atividade Teórica" | 9,89* | 0,300 | 9,62* | 0,035* | 9,69* | 0,789 | 23,21 | 0,150 | |||
Tabela 2: Resultado do teste t student e ANOVA entre as variáveis qualitativas acadêmicas, profissionais e os fatores de estresse (Estresse em Estudantes de Enfermagem - AEEE) dos estudantes de enfermagem (N=119). Santo André, 2023 e 2024. | |||||||||
Variáveis qualitativas | Bolsista | Pensou em Desistir | Trabalho | Cargo | |||||
Domínios AEEE | Me*/Md** | valor de p | Me*/Md** | valor de p | Me*/Md** | valor de p | Me*/Md** | valor de p |
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D1 - "Realização das atividades práticas" | 9,11* | 0,103 | 9,15* | 0,000* | 9,15* | 0,134 | 9,63* | 0,064 |
|
D2 - "Comunicação profissional" | 4,73* | 0,457 | 4,73* | 0,000* | 9,63* | 0,064 | 5,19* | 0,578 |
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D3 - "Gerenciamento de tempo" | 10,00** | 0,869 | 11,00** | 0,000* | 10,00** | 0,782 | 10,00** | 0,119 |
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D4 - "Ambiente" | 3,50** | 0,109 | 3,50** | 0,098 | 3,50** | 0,200 | 3,50** | 0,163 |
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D5 - "Formação profissional" | 10,00** | 0,014 | 10,00** | 0,004 | 10,00** | 0,115 | 11,00** | 0,144 |
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D6 - "Atividade Teórica" | 9,69* | 0,604 | 9,73* | 0,003 | 9,73* | 0,933 | 9,88* | 0,212 |
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Tabela 3: Resultado do teste t student e Anova, entre as variáveis quantitativas sociodemográficas, acadêmicas e os fatores de estresse (Estresse em Estudantes de Enfermagem - AEEE) dos estudantes de enfermagem (N=119) de 1ª e 4ª séries dos de 2023 e 2024. Santo André, 2023 e 2024. |
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Variáveis quantitativas | Tempo de viagem | Tempo de estudo | Tempo de trabalho | Idade | |||||||
Domínios AEEE | Me*/Md** | p | Me*/Md** | p | Me*/Md** | p | média | p | |||
D1 - "Realização das atividades práticas" | 9,23* | 0,988 | 9,02* | 0,168 | 9,33* | 0,107 | 23,21 | 0,097 | |||
D2 - "Comunicação profissional" | 4,89* | 0,844 | 7,00* | 0,042* | 4,37* | 0,194 | 23,21 | 0,001* | |||
D 3 – “Gerenciamento do Tempo” | 10,00** | 0,470 | 10,00** | 0,851 | 10,00** | 0,963 | 23,21 | 0,247 |
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D 4 – “Ambiente” | 4,00** | 0,000* | 3,00** | 0,075 | 3,50** | 0,493 | 23,21 | 0,480 |
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D 5 – “Formação Profissional” | 10,00** | 0,609 | 10,00** | 0,014* | 11,00** | 0,229 | 23,21 | 0,004* |
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D6 - "Atividade Teórica" | 9,89* | 0,300 | 9,62* | 0,035* | 9,69* | 0,789 | 23,21 | 0,150 | |||
Teste t student e anova; *p< 0,05 - diferença estatística significativas | |||||||||||
DISCUSSÃO
A amostra estudada mostrou-se majoritariamente feminina, o que reflete a histórica associação da profissão com o papel de cuidado tradicionalmente atribuído às mulheres. Apesar dessa predominância, estudos apontam um aumento significativo da presença masculina nos cursos e, consequentemente, no campo de trabalho da Enfermagem (10). Notou-se um número expressivo de estudantes que conciliam a graduação com atividades laborais, especialmente no quarto ano, o que pode gerar sobrecarga física e emocional, além de dificuldades na gestão do tempo (11). A maioria dos estudantes relatou estudar entre 5 e 7 horas por semana, o que sugere que uma menor dedicação pode afetar a autoconfiança e a interação com a equipe de saúde, resultando em maior estresse relacionado à comunicação profissional (12). Mais da metade dos graduandos afirmou já ter pensado em desistir do curso, devido à desmotivação, exaustão, dificuldades financeiras e acadêmicas. Estudos indicam que os principais motivos de evasão no curso de Enfermagem são, em sua maioria, “decepção, desmotivação e frustração”, decorrentes do curso não corresponder às expectativas iniciais, além do fato de muitos estudantes serem jovens e terem feito uma escolha precoce da profissão (13). Aqueles que cogitaram desistir do curso apresentaram níveis moderados de estresse, especialmente nos domínios “Gerenciamento do tempo” e “Formação profissional”, evidenciando a importância do suporte acadêmico e emocional ao longo da graduação (14-15). A correlação entre os estudantes que possuem companheiros e/ou filhos e a maior dificuldade no gerenciamento do tempo pode ser explicada pelo desafio de equilibrar a vida pessoal e acadêmica (16). Os dados da pesquisa indicam que, à medida que o curso avança, os fatores de estresse tendem a se relacionar mais com as exigências técnicas e profissionais da formação. Por isso, observou-se um alto nível de estresse no domínio “Formação profissional” entre os estudantes, possivelmente em razão da maior pressão sobre o desempenho e das expectativas profissionais (17). Em relação à formação profissional, foi identificado maior nível de estresse entre os estudantes do quarto ano, característica comum entre adultos jovens em fase de formação acadêmica e inserção no mercado de trabalho, que frequentemente se mostram inseguros quanto à grade horária e ao conteúdo oferecido, questionando se estes atendem às exigências do mercado (17).
CONCLUSÃO
A presente pesquisa investigou fatores de estresse em 119 estudantes, majoritariamente mulheres, com idades entre 18 e 49 anos. Predominaram estudantes solteiras, sem dependentes que moravam com familiares ou amigos. Quanto ao perfil acadêmico, 58,12% eram bolsistas e 52,10% exerciam atividade laboral. A renda familiar variou entre os anos do curso, sendo mais baixa entre os ingressantes de 2023.
A análise das variáveis sociodemográficas em associação aos fatores de estresse apontou que a idade apresentou relação significativa com o domínio “Comunicação profissional”. Além disso, estudantes do sexo feminino demonstraram níveis médios de estresse nos domínios “Atividades práticas”, “Atividades teóricas”, “Comunicação profissional”, “Gerenciamento do tempo” e “Ambiente”.
O estudo revela que os fatores de estresse entre os estudantes de enfermagem estão diretamente relacionados às exigências acadêmicas e papéis sociais, especialmente entre as mulheres que conciliam estudo, trabalho e responsabilidades pessoais. O reconhecimento dessas condições é essencial para subsidiar ações institucionais voltadas à promoção da saúde mental discente e à melhoria das estratégias de ensino em Enfermagem. Assim, esses achados contribuem para a reflexão sobre a necessidade de novas estratégias pedagógicas, estimulem o autoconhecimento e fortaleçam habilidades de enfrentamento.
Como sugestão, recomenda- se que as instituições de ensino superior invistam em programas de acolhimento, escuta e orientação acadêmica. Para o meio acadêmico, a presente pesquisa reforça a importância de ampliar investigações multicêntricas que abordem a relação entre estresse, desempenho e permanência no curso, de modo a fomentar ambientes de aprendizagem mais saudáveis, inclusos e humanizados.
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