AVALIAÇÃO DO RISCO DE SARCOPENIA EM PESSOAS VIVENDO COM A SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

ASSESSING THE RISK OF SARCOPENIA IN PEOPLE LIVING WITH HUMAN IMMUNODEFICIENCY SYNDROME


EVALUACIÓN DEL RIESGO DE SARCOPENIA EN PERSONAS QUE VIVEN CON SÍNDROME DE INMUNODEFICIENCIA HUMANA

Tipo de artigo: Artigo de estudo primário

RESUMO

Objetivo: Avaliar o risco de sarcopenia em pacientes com lipodistrofia associada ao vírus da imunodeficiência humana em tratamento antirretroviral, atendidos em ambulatório de Belém do Pará. Método: Estudo observacional transversal, realizado com 66 pacientes entre maio e junho de 2023. Foram utilizados os protocolos SARC-F e SARC-Calf, com cálculos de intervalos de confiança de 95%, odds ratio, teste t de Student e índice Kappa para verificar a concordância entre as escalas. Resultado: A amostra foi masculina (54,5%) e a maioria na faixa etária de 40 a 59 anos (56,1%). Lipodistrofia mista prevaleceu (83,3%), e o risco de sarcopenia foi identificado em 34,8% dos casos, sendo mais frequente no sexo feminino, com chance 6,54 vezes maior (p=0,002) e tendência em idades avançadas (p=0,051). Conclusão: O sexo feminino e a idade avançada constituem fatores de risco independentes. Os achados reforçam a necessidade do rastreio de sarcopenia para aprimorar programas de saúde pública.

DESCRITORES: HIV; Lipodistrofia; Sarcopenia; Risco; Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

ABSTRACT

Objective: Evaluate the risk of sarcopenia in patients with lipodystrophy associated with the human immunodeficiency virus undergoing antiretroviral treatment, attended at an outpatient clinic in Belém - Pará. Method: This is a cross-sectional observational study conducted with 66 patients between May and June 2023. The SARC-F and SARC-Calf protocols were used, with calculations of 95% confidence intervals, odds ratio, Student’s t-test, and the Kappa index to assess agreement between scales. Result: The sample was predominantly male (54.5%) and mostly aged 40 to 59 years (56.1%). Mixed lipodystrophy prevailed (83.3%), and the risk of sarcopenia was identified in 34.8% of cases, being more frequent in females, with a chance 6.54 times higher (p=0.002) and a tendency in older ages (p=0.051). Conclusion: Female sex and advanced age are independent risk factors. These findings underscore the necessity for systematic sarcopenia screening to enhance public health programs and improve patient outcomes, and further studies.

DESCRIPTORS:

RESUMEN

Objetivo: Evaluar el riesgo de sarcopenia en pacientes con lipodistrofia asociada al virus de la inmunodeficiencia humana en tratamiento antirretroviral, atendidos en una clínica ambulatoria en Belém - Pará. Método: Se realizó un estudio observacional transversal con 66 pacientes. Se aplicaron los protocolos SARC-F y SARC-Calf, calculando intervalos de confianza del 95%, razón de probabilidades, prueba t de Student e índice Kappa para analizar la concordancia entre escalas. Resultado: La muestra fue mayoritariamente masculina (54,5%) y predominó la edad de 40 a 59 años (56,1%). La lipodistrofia mixta fue la más común (83,3%), identificándose riesgo de sarcopenia en el 34,8% de los casos. El riesgo fue mayor en mujeres, con una probabilidad 6,54 veces superior (p=0,002), y se observó tendencia en edades avanzadas (p=0,051). Conclusión: El sexo femenino y la edad avanzada son factores de riesgo independientes, lo que destaca la urgente necesidad de cribado para mejorar la salud pública.

DESCRIPTORES:

INTRODUÇÃO

A síndrome lipodistrófica associada ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) frequentemente ocorre junto à sarcopenia, caracterizada por perda de massa muscular, força e desempenho físico, aumentando fragilidade e mortalidade dessa população (1,2). Pessoas com HIV apresentam vulnerabilidade adicional devido à redistribuição anormal da gordura corporal, intensificando a perda muscular e comprometendo a funcionalidade física (1). Métodos diagnósticos precisos para sarcopenia são eficazes, porém caros e pouco acessíveis clinicamente (3).

Instrumentos clínicos, como o questionário SARC-F, auxiliam no rastreamento inicial, mas possuem baixa sensibilidade, levando a subdiagnóstico (4-6). Para aumentar a precisão diagnóstica, foi criado o SARC-CalF, incorporando a medida da circunferência da panturrilha, altamente correlacionada com massa muscular, elevando sua sensibilidade (7,8). Este estudo objetiva avaliar o risco de sarcopenia em pacientes com lipodistrofia associada ao HIV, contribuindo para estratégias diagnósticas mais eficazes e intervenções terapêuticas adequadas.

MÉTODO

Estudo transversal-analítico realizado com indivíduos com lipodistrofia associada ao HIV, acompanhados no Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará, conforme checklist STROBE (9). Foram incluídos maiores de 18 anos, em terapia antirretroviral (TARV), diagnosticados com lipodistrofia e que consentiram participar. Pacientes incapazes de responder às escalas foram excluídos. A amostra mínima calculada foi de 77 pacientes (prevalência estimada de 25,7%; IC95%; erro máximo de 5%) (10).

Os dados foram coletados entre maio e junho de 2023, incluindo fatores de risco para sarcopenia (idade, tempo de HIV e TARV, comorbidades e hábitos de vida), dados antropométricos e tipo de lipodistrofia. O risco de sarcopenia foi avaliado pelas escalas SARC-F e SARC-Calf, considerando-se positivo se pelo menos uma estivesse alterada. A análise estatística ocorreu no BioEstat 5.3, com significância de p≤0,050. O estudo obteve aprovação ética (parecer 6.054.554).

RESULTADOS

Participaram 66 pacientes (54,5% homens), com predomínio da faixa etária de 40-59 anos (56,1%). O tempo médio de HIV foi de 14,60 anos, e de TARV 13,70 anos. O esquema terapêutico mais frequente foi tenofovir/lamivudina/efavirenz (27,3%), sendo lamivudina mais utilizada (90,9%). Metade apresentou sobrepeso (IMC médio: 27,40 kg/m²). As comorbidades prevalentes foram dislipidemia (54,5%), diabetes mellitus (47,0%) e hipertensão arterial (39,4%). Quase metade praticava atividade física (47,0%), sendo minoria etilistas (15,2%) ou tabagistas (12,1%) (Tabela 1).

Tabela 1 - Variáveis sociodemográficas e clínicas de pessoas vivendo com vírus da imunodeficiência humana (HIV). Belém, Brasil, 2023

Variável

N (%)

Gênero

Masculino

36 (54,5)

Feminino

30 (45,5)

Idade (anos)

20-39

7 (10,6)

40-59

37 (56,1)

60-78

22 (33,3)

Tempo HIV (anos)

0-5

10 (15,2)

6-10

14 (21,2)

11-15

13 (19,7)

16-20

9 (13,6)

21-32

20 (30,3)

Tempo de terapia antirretroviral (anos)

0-5

13 (19,7)

6-10

13 (19,7)

11-15

13 (19,7)

16-20

8 (12,1)

21-32

19 (28,8)

Classificação Índice de Massa Corporal

Baixo Peso

2 (3,0)

Normal

14 (21,2)

Sobrepeso

33 (50,0)

Obesidade I

13 (19,7)

Obesidade II

3 (4,5)

Obesidade III

1 (1,5)

Diabetes mellitus

Não

35 (53,0)

Sim

31 (47,0)

Hipertensão Arterial Sistêmica

Não

40 (60,6)

Sim

26 (39,4)

Dislipidemia

Não

30 (45,5)

Sim

36 (54,5)

Faz Atividade Física

Não

35 (53,0)

Sim

31 (47,0)

Álcool

Não

56 (84,8)

Sim

10 (15,2)

Tabagismo

Não

58 (87,9)

Sim

8 (12,1)

Fonte: elaborado pelos autores. 2023.

O risco de sarcopenia ocorreu em 34,8% (IC95% 23,8;47,7), predominando a forma mista de lipodistrofia (83,3%). Mulheres tiveram risco significativamente maior (56,7%) que homens (16,7%) (OR=6,54; p=0,002). Diabetes, hipertensão, dislipidemia, atividade física, tabagismo e álcool não tiveram associação estatística significativa (Tabela 2).

Tabela 2 – Razão de chances (odds ratio, OR), intervalos de confiança de 95% (IC95%) e p-valor para risco de sarcopenia considerando o gênero, comorbidades e estilos de vida de pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Belém, Brasil, 2023

Variável

Sem Risco de Sarcopenia N (%)

Com Risco de Sarcopenia N (%)

OR

IC95%

p-valor

Gênero

Masculino

30 (83,3)

6 (16,7)

Feminino

13 (43,3)

17 (56,7)

6,54

2,10-20,36

0,002a

Diabetes Mellitus

Não

26 (74,3)

9 (25,7)

Sim

17 (54,8)

14 (45,2)

2,38

0,84-6,71

0,162a

Hipertensão Arterial Sistêmica

Não

25 (62,5)

15 (37,5)

Sim

18 (69,2)

8 (30,8)

0,74

0,26-2,12

0,767a

Dislipidemia

Não

18 (60,0)

12 (40,0)

Sim

25 (69,4)

11 (30,6)

0,66

0,24-1,83

0,588a

Atividade Física

Não

22 (62,9)

13 (37,1)

Sim

21 (67,7)

10 (32,3)

0,81

0,29-2,23

0,875a

Álcool

Não

36 (64,3)

20 (35,7)

Sim

7 (70,0)

3 (30,0)

0,77

0,18-3,32

0,991b

Tabagismo

Não

38 (65,5)

20 (34,5)

Sim

5 (62,5)

3 (37,5)

1,14

0,25-5,27

0,818b

Nota: a Qui-quadrado; b Teste Exato de Fisher. Fonte: elaborado pelos autores, 2023.

A média etária foi maior nos pacientes com risco de sarcopenia (58,7 anos versus 53,0 anos), embora sem significância estatística (p=0,051). Tempo de HIV, TARV e IMC não diferiram entre grupos (Tabela 3). A concordância entre SARC-F e SARC-CalF foi fraca (Kappa=0,31; p=0,005). Na análise multivariada, idade (OR=1,06; p=0,022) e gênero feminino (OR=9,26; p=0,006) mantiveram associação significativa com o risco.

Tabela 3 - Comparação de médias (desvio padrão) de idade em anos, tempo de diagnóstico em anos, tempo de terapia antirretroviral (TARV) em anos e índice de massa corporal (IMC) segundo o risco de sarcopenia de pessoas vivendo o vírus da imunodeficiência humana. Belém, Brasil, 2023

Variável

Sem Risco de Sarcopenia (n=43)

Com Risco de Sarcopenia (n=23)

p-valor

Idade

53,0 (12,0)

58,7 (10,3)

0,051a

Tempo de diagnóstico

13,8 (7,8)

16,1 (9,0)

0,297a

Tempo de TARV

13,3 (7,6)

14,7 (8,7)

0,521a

IMC

27,9 (4,7)

26,6 (5,5)

0,359a

Nota: a Teste T de Student. Fonte: elaborado pelos autores.

DISCUSSÃO

O estudo encontrou predomínio do gênero masculino, diferente da tendência global em que mulheres predominam (11,12). A idade média próxima aos 50 anos reforça o risco aumentado de sarcopenia nesta população, relacionado ao envelhecimento precoce induzido pelo HIV e pela TARV, especialmente a lamivudina (13). Inflamação crônica de baixo grau presente em pacientes com HIV acelera processos fisiológicos típicos do envelhecimento, agravando ainda mais a condição clínica (14). O desenvolvimento de fibrose muscular, consequência da expressão aumentada de genes associados ao envelhecimento em indivíduos sob TARV, piora ainda mais a perda muscular e reduz a qualidade de vida (15). Além disso, a sarcopenia frequentemente associa-se à perda óssea, aumentando o risco de fraturas por fragilidade, especialmente em homens idosos vivendo com HIV, destacando-se a necessidade de estudos adicionais sobre esses mecanismos (16).

A idade avançada também foi relacionada à maior frequência e gravidade da sarcopenia (10,17). A alta prevalência do uso de lamivudina nesta amostra é preocupante devido à sua associação direta com lipoatrofia, disfunção mitocondrial e aumento da inflamação sistêmica (18-20). Ritonavir e outros inibidores de protease, comumente usados nessa população, também estão associados a alterações metabólicas importantes, incluindo aumento da gordura visceral, resistência insulínica e risco aumentado de diabetes mellitus (19).

O IMC elevado na amostra relaciona-se diretamente à síndrome lipodistrófica, independentemente da carga viral, agravando o perfil inflamatório e metabólico dos indivíduos (20,21). Diabetes mellitus pode potencializar esses efeitos, contribuindo para maior catabolismo muscular e aumento do risco de sarcopenia (22,23). Mulheres apresentaram maior risco, possivelmente devido a alterações hormonais e imunológicas ainda pouco compreendidas (10,21,24). A baixa concordância entre SARC-F e SARC-Calf reforça a necessidade de aprimorar métodos diagnósticos em futuras pesquisas (25).

CONCLUSÃO

O estudo demonstrou associação relevante entre HIV e sarcopenia, com idade e gênero feminino aumentando significativamente esse risco. Entretanto, o delineamento transversal e o tamanho reduzido da amostra limitam generalizações, indicando necessidade de estudos maiores e longitudinais para melhor esclarecer essas relações.

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AGRADECIMENTOS, APOIO FINANCEIRO OU TÉCNICO, DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSE FINANCEIRO E/OU DE AFILIAÇÕES:

Os autores não receberam apoio financeiro ou técnico para realização deste estudo. Não existem conflitos de interesse financeiro ou afiliações que possam influenciar os resultados apresentados neste artigo.

Autores

Victor Almir Leão Fortunato

Bacharelado em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3597-7634

Phablo Guilherme De Assis Alves 

Bacharelado em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0009-0005-9859-2271

Jeremias Estevam Lopes 

Graduando em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0009-0003-8283-8500

Maria Clara de Castro Coqueiro da Silva 

Graduanda em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-0532-5045

João Victor Machado Cristo 

Graduando em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0000-0001-7784-8892

Juliana Aires Matos 

Graduanda em Medicina, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0009-0003-0123-5602

Rosana Maria Feio Libonati 

Doutora em Ciências Biológicas, Universidade Federal do Pará.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-1425-7806

Autor responsável pela correspondência: Jeremias Estevam Lopes. Endereço Institucional: Rua Augusto Corrêa, 01. Guamá, 66075-110, Belém, Pará, Brasil. Telefone: 96991490181. E-mail: jeremiasestevamlopes@gmail.com