NÃO É SÓ COISA DE MULHER: PERSPECTIVAS DE ENFERMEIROS DE ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE FRENTE AO CÂNCER DE MAMA MASCULINO

IT'S NOT JUST A WOMAN'S THING: PRIMARY CARE NURSES' PERSPECTIVES ON MALE BREAST CANCER

NO ES SOLO COSA DE MUJERES: PERSPECTIVAS DE LAS ENFERMERAS DE ATENCIÓN PRIMARIA DE SALUD SOBRE EL CÁNCER DE MAMA EN LOS MASCULINOS

Tiago Luan Labres de Freitas - Doutorando em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestre em Ciências da Reabilitação na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1391-8593

Luciane Moraes de Oliveira - Enfermeira pela Universidade Federal da Fronteira Sul. Enfermeira do Hospital da Criança de Chapecó SC.

ORCID: https://orcid.org/0000-0001-7816-4003

Eleine Maestri - Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora do  Curso Graduação em Enfermagem na Universidade Federal da Fronteira Sul. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0409-5102

Jeferson Santos Araújo - Doutor em Enfermagem Fundamental pela Universidade de São Paulo. Professor do  Curso Graduação em Enfermagem na Universidade Federal da Fronteira Sul. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3311-8446

Larissa Hermes Thomas Tombini - Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora do Curso Graduação em Enfermagem na Universidade Federal da Fronteira Sul. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6699-4955

Silvia Silva de Souza - Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora do  Curso Graduação em Enfermagem na Universidade Federal da Fronteira Sul. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6111-5632

Camila Ferreira Santos - Acadêmica do curso de graduação em Enfermagem na Universidade Federal da Fronteira Sul.  ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6390-1111

RESUMO

O objetivo deste estudo foi identificar fatores facilitadores das ações educativas direcionadas ao homem frente ao câncer de mama no âmbito da atenção primária à saúde em um município do Oeste de Santa Catarina na perspetiva da enfermagem. Metodologia: Trata-se de um estudo qualitativo, exploratório utilizando, enfermeiros da atenção básica. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, gravadas e registros de campos. Resultados e Discussões: Este estudo mostrou como resultados as concepções e conhecimentos dos profissionais enfermeiros frente às ações educativas direcionadas ao homem com câncer de mama e os cuidados prestados mediante à pacientes masculinos com diagnóstico de câncer de mama, bem como os impactos causados pela doença. Conclusões: Foi possível observar a necessidade de informar a população sobre o câncer de mama masculino, já que os entrevistados não fazem uso de nenhuma ferramenta de abordagem deste assunto em suas consultas ou ações de enfermagem para desenvolver as ações educativas direcionadas ao homem com câncer de mama.

DESCRITORES: Educação em saúde; Câncer de mama; Neoplasias Malignas de mama.

ABSTRACT

The objective of this study was to identify factors that facilitate educational actions aimed at men with breast cancer in the context of primary health care in a city in the West of Santa Catarina from the perspective of nursing. Method: This is a qualitative, exploratory study using primary care nurses. Semi-structured, recorded interviews and field records were conducted. Results and Discussions: This study showed as results the conceptions and knowledge of nursing professionals regarding educational actions aimed at men with breast cancer and the care provided to male patients diagnosed with breast cancer, as well as the impacts caused by the disease. Conclusions: It was possible to observe the need to inform the population about male breast cancer, since the interviewees do not use any tool to approach this subject in their consultations or nursing actions to develop educational actions aimed at men with breast cancer.

DESCRIPTORS: Health education; Breast cancer; Malignant neoplasms of the breast.

RESUMEN

El objetivo de este estudio fue identificar los factores facilitadores de las acciones educativas dirigidas al hombre frente al cáncer de mama en el ámbito de la atención primaria en un municipio del Oeste de Santa Catarina desde la perspectiva de la enfermería. Metodología: Se trata de un estudio cualitativo, exploratorio, utilizando enfermeros de la atención primaria. Se realizaron entrevistas semiestructuradas, grabadas, y registros de campo.

Resultados y Discusiones: Este estudio mostró como resultados las concepciones y conocimientos de los profesionales enfermeros frente a las acciones educativas dirigidas al hombre con cáncer de mama y los cuidados prestados a los pacientes masculinos con diagnóstico de cáncer de mama, así como los impactos causados por la enfermedad.

Conclusiones: Fue posible observar la necesidad de informar a la población sobre el cáncer de mama masculino, ya que los entrevistados no utilizan ninguna herramienta de abordaje de este tema en sus consultas o acciones de enfermería para desarrollar las acciones educativas dirigidas al hombre con cáncer de mama.

DESCRIPTORES: Educación en salud; Cáncer de mama; Neoplasias malignas de mama.

Recebido: 10/01/2025  Aprovado: 21/01/2025
Tipo de artigo:
Artigo Original

INTRODUÇÃO

Câncer (CA) é uma doença causada pelo crescimento anormal das células com mutação sofrida em seu DNA gerando novas células mutadas, relacionado a vários fatores para seu desenvolvimento, um dos cânceres que mais atinge mulheres é o câncer de mama, sendo ele um problema no Brasil e no mundo. Para isso foram criadas políticas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, mas o câncer mamário não atinge somente mulheres, acomete também à homens, porém em casos mais raros, cerca de 1% (1).

Nos últimos anos percebe-se um aumento de casos de câncer de mama masculino (CMM). A prevalência é proporcional a idade, sendo raro antes dos 30 anos. A média de idade para o diagnóstico gira em torno de 60 a 70 anos, o que evidencia que os homens são diagnosticados em idade mais avançada quando comparados às mulheres (2). Diversos fatores estão relacionados ao aumento de risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores endócrinos, história reprodutiva, fatores comportamentais, ambientais e fatores genéticos/hereditários e síndromes como a de Klinefelter. Porém em alguns diagnósticos da doença a idade é o único fator de risco encontrado (1).

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama masculino são detecção de nódulos indolores em região subareolar, secreção serosa ou sanguinolenta, dor e retração da pele (3). O diagnóstico é semelhante ao das mulheres (mamografia, ecografia, biópsia e punção aspirativa) mas em muitos casos o paciente é diagnosticado em estágios avançados da doença por apresentarem manifestações clínicas tardias. O tratamento depende dos estágios de estadiamento da doença, inicialmente pode ser preventivo, cirúrgico, e em seguida radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia. Ainda, nas mamografias, o câncer de mama em homens costuma apresentar bordas irregulares, hiper densas e retroarelares (3).

Embora o câncer de mama feminino seja mais conhecido e discutido entre profissionais da saúde, o masculino não tem tanta repercussão, apesar do aumento significativo de novos casos. A incidência de câncer de mama masculino aumentou significativamente de 0,86 para 1,06 a cada 100.000 homens nos últimos 26 anos, aumento causado pelo desconhecimento dos sinais e sintomas da doença (4). Ainda os autores destacam que o diagnóstico em mulheres se dá 10 anos antes do diagnóstico em homens, causando menor taxa de sobrevivência em pacientes homens.

Para isso, o profissional enfermeiro é o agente que trata de forma direta na estratégia do cuidado, educação em saúde e educação para à saúde, possuindo extrema importância na promoção da saúde e prevenção da doença e agravos. Para Ribeiro, o enfermeiro é o profissional chave no processo de prevenção e detecção do câncer, sendo o contato mais próximo com a comunidade (5). Portanto, é aquele que detecta fatores de risco, e que pode então estabelecer através de estratégias, meios de prevenção dos fatores modificáveis e ou agravos de fatores não modificáveis. Ainda, os autores apontam que outro fator importante é a educação em saúde, base para que haja a modificação do pensamento social. Para isso, o profissional precisa ser capacitado para atingir de forma clara o público-alvo, a fim de acompanhar esses pacientes com segurança e conhecimento técnico-científico.

Nessa perspectiva, mesmo considerado pouco frequente, o câncer da mama masculino merece maior atenção por parte dos profissionais de saúde e órgãos governamentais responsáveis pela elaboração das políticas públicas delineadoras dos modelos de atenção à saúde. Sendo assim, este estudo teve o objetivo identificar os fatores facilitadores das ações educativas direcionadas ao homem frente ao câncer de mama no âmbito da atenção primária à saúde em um município do Oeste de Santa Catarina.

METODOLOGIA

O estudo possui o cunho descritivo exploratório, de natureza qualitativa. A pesquisa foi conduzida por meio do método exploratório, este buscou compreender as atividades educativas dos profissionais enfermeiros ao CMM. Os sujeitos desta pesquisa foram enfermeiros que prestam assistência à população em Unidades Básicas de Saúde é um município do Oeste catarinense. A coleta de dados se deu por entrevista presencial e individual realizada com os sujeitos da pesquisa, 6 enfermeiros, respeitando os aspectos ético e legais A pesquisa foi submetida apreciação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), sendo aprovado no dia 15 de setembro de 2022, sob CAAE 61111822.0.0000.5564.

Como critérios de inclusão dos profissionais, foram estipulados enfermeiros que trabalham na atenção primária à saúde que desenvolvam atividades de assistência aos indivíduos com mais de seis meses de atuação profissional. As unidades básicas de saúde elencadas, 5,  para realizar as coletas foram incluídas usando critérios de possuir maior população do município com a cobertura da saúde da família.

A análise e interpretação dos dados contou com técnica de Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Essa técnica é utilizada para transcrever na primeira pessoa do singular falas/pensamentos semelhantes de um coletivo, sendo assim, um eu sintático que, ao mesmo tempo em que sinaliza a presença de um sujeito individual do discurso, expressa uma referência coletiva na medida em que esse eu falo pela ou em nome de uma coletividade (6).

Visto isso propõem quatro figuras metodológicas para a confecção dos DSCs, sendo essas: as expressões chaves (ECHs), as ideias centrais (IC), a ancoragem (AC) e por fim o Discurso do Sujeito Coletivi DSC (6).

RESULTADOS   E DISCUSSÕES

Foram entrevistadas seis enfermeiras que trabalham na atenção primária de saúde. Desses entrevistados, todos são do sexo feminino, sendo que nenhuma delas possui especialização em Oncologia, porém em outras áreas: uma com pós-graduação em urgência e emergência, uma em saúde da mulher, as demais não possuem nenhuma especialização. Apenas uma teve contato com o homem com CA de mama.

Destes, todos afirmaram que utilizam educação em saúde como ferramenta durante as consultas de enfermagem. Em relação ao tempo de trabalho como enfermeiro da APS, constatou-se que os profissionais variam de 2 a 12 anos.

Pode-se traçar um paralelo e identificar que quanto mais experiente por tempo de trabalho mais variadas são as dinâmicas e diligentes as formas de educativas sobre o Câncer de mama. Estudos apontam que em sua maioria os homens padecem mais doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) do que as mulheres, todavia procuram menos os centros de atendimento de saúde, causando altas taxas de morbimortalidade. Alguns estudos descrevem que a cultura, falta de tempo e responsabilidade com o trabalho explicam a baixa adesão dos homens nos serviços de saúde(7)

Durante as entrevistas levantou-se a questão da vulnerabilidade do homem frente ao CA de mama, sendo hipoteticamente reforçada pela questão da baixa procura nos Centros de Saúde da Família.  As enfermeiras enfatizaram a necessidade de estratégias que promovam o acesso e a adesão dos homens aos serviços de saúde, incluindo campanhas de conscientização e atendimento mais inclusivo. Destacaram ainda a importância de capacitações para os profissionais da saúde que considerem as especificidades dessa população.

Todos os participantes reconheceram a relevância das atualizações científicas para embasar o cuidado aos usuários. A Educação Permanente em Saúde (EPS) foi citada como ferramenta essencial para a melhoria da prática profissional. No contexto oncológico, recursos como o livro do Instituto Nacional de Câncer sobre detecção precoce de câncer de mama foram mencionados, ainda que o material não aborde diretamente o câncer de mama masculino (1).

Destacou-se a importância de incluir informações sobre o câncer de mama masculino em materiais educativos, considerando que estados como Rio Grande do Sul e Maranhão apresentam maior incidência dessa condição. Com o baixo conhecimento da população sobre o CMM, é de extrema importância direcionar olhares para o câncer de mama masculino com o intuito de informar a comunidade em geral sobre essa doença. Além disso, foi apontada a necessidade de estratégias para atender adequadamente ao público transsexual, respeitando suas especificidades.

Os profissionais de saúde possuem dificuldade para atender e prestar cuidado as demandas especificas para esse público, o que pode gerar discriminação por parte dos profissionais causando uma evasão das identidades trans nos serviços de saúde (8).

Outro ponto ressaltado foi que as participantes destacaram a necessidade de integrar avanços tecnológicos na prática clínica, especialmente para diagnóstico e tratamento do câncer de mama masculino, ressaltando que essas tecnologias podem ampliar o acesso e melhorar a qualidade do cuidado (9).  

As campanhas de saúde, como o "Novembro Azul", são reconhecidas como importantes ferramentas para a conscientização e prevenção de doenças. No entanto, as ações realizadas nas unidades de APS têm focado predominantemente no câncer de próstata, com pouca ênfase no câncer de mama masculino (10). Durante as entrevistas, às enfermeiras sugeriram a inclusão de materiais educativos sobre o tema, com linguagem acessível, para aumentar a conscientização da população e incentivar o autocuidado, incluindo o autoexame das mamas.

O Novembro Azul é destinado a saúde do homem, no ano de 2021 o Ministério da Saúde utilizou uma linha de cuidados à saúde homem, nomeado de “Linha Azul”, porém não consta informação sobre o CA de mama masculino, apenas foi sensibilizado sobre o CA de próstata (11).

O câncer de mama masculino pode gerar impactos significativos na vida dos pacientes, incluindo alterações psicológicas, sociais e econômicas. Um estudo realizado, indica que o homem quando diagnosticado com CA de mama pode expressar formas de enfrentamento positivas/negativas no processo do adoecer (12).

Neste ponto foi enfatizado a necessidade de informar a população sobre a doença e os cuidados necessários, a fim de reduzir os impactos negativos. Uma das maneiras de informar a população sobre o CMM é no momento de sensibilizar a população vincular para além do CA de próstata, e incluir o CMM, para isso os profissionais podem utilizar como meios de ferramentas as Educações em Saúde através de campanhas, folders, palestras, campanhas em empresas e indústrias e mídias sociais (9).

A pesquisa evidenciou a importância da educação em saúde, capacitação profissional e uso de tecnologias no cuidado aos homens com câncer de mama. Apesar de avanços, ainda há desafios na inclusão dessa temática nas práticas de APS, exigindo esforços para promover maior conscientização, acesso aos serviços de saúde e diagnósticos precoces, além de estratégias que respeitem as especificidades de diferentes públicos, como homens trans.  

CONCLUSÃO

O câncer é um grave problema de saúde pública, devido ao elevado número de diagnósticos e alta mortalidade em mulheres. Quanto ao câncer de mama masculino (CMM), é comum o desconhecimento dessa condição, uma vez que é rara. A falta de informação e a dificuldade dos homens em buscar serviços de saúde impactam negativamente o tratamento, pois diagnósticos tardios levam a estágios mais avançados da doença.

Após o diagnóstico, os homens enfrentam mudanças emocionais e sociais, como preocupações com trabalho, masculinidade, rotina e efeitos do tratamento. A pesquisa evidenciou a carência de conhecimento sobre o CMM entre profissionais de saúde, possivelmente devido à limitada divulgação de informações pelo Ministério da Saúde e instituições. Nenhum dos profissionais entrevistados teve contato direto com pacientes com CMM ou abordou o tema em consultas, mas reconheceram a necessidade de capacitação para melhorar a assistência, especialmente no Novembro Azul.

Os participantes sugeriram ações educativas voltadas à população sobre o CMM, é no momento de sensibilizar a população vincular para além do CA de próstata, e incluir o CMM, para isso os profissionais podem utilizar como meios de ferramentas as Educações em Saúde através de campanhas, folders, palestras, campanhas em empresas e indústrias e mídias sociais (BORGES, 2020). Essas ferramentas são essenciais para promover a educação em saúde e aumentar a conscientização sobre o tema.

A pesquisa evidenciou a importância da educação em saúde, capacitação profissional e uso de tecnologias no cuidado aos homens com câncer de mama. Apesar de avanços, ainda há desafios na inclusão dessa temática nas práticas de APS, exigindo esforços para promover maior conscientização, acesso aos serviços de saúde e diagnósticos precoces, além de estratégias que respeitem as especificidades de diferentes públicos, como homens trans.  

REFERÊNCIAS:

  1. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Informativo Vigilância do Câncer [Internet]. N° 3, 2012. Disponível em: https://antigo.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document/informativo-vigilancia-do-cancer-n3-2012_0.pdf
  2. Araújo IBDS, Leite CB, Amorim TDO, Silva ANL, Fernandes RSQ, Carmo MSD. Câncer de mama em homens. RIB [Internet]. 30 de junho de 2019 [citado 14 de janeiro de 2025];10(3):272. Disponível em: http://www.ceuma.br/portalderevistas/index.php/RIB/article/view/347
  3. Debona LA, Vasconcelos FL, Pereira FC, Lima HFM de, Maciel LRS, Nunes D da S. Câncer de Mama no Homem: uma Revisão Narrativa/ Breast Cancer in Man: a Narrative Review. Brazilian Journal of Health Review [Internet]. 17 de novembro de 2021 [citado 14 de janeiro de 2025];4(6):23921–42. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/39656 
  4. Carvalho Neto AC, Nunes GPS, Pereira HFB do ESA. Epidemiological and clinical profile of men with breast cancer in Amazonas, Brazil. Mastology (Impr) [Internet]. 2019 [citado 14 de janeiro de 2025];131–5. Disponível em: http://www.mastology.org/wp-content/uploads/2019/10/MAS-v29n3_131-135.pdf
  5. Ribeiro WA, Silva ACV da, Evangelista D da S. Câncer de mama masculino: contributos do enfermeiro na atenção primária de saúde. Revista Pró-UniverSUS [Internet]. 16 de Junho de 2020; 11(1):65–73. Disponível em: http://editora.universidadedevassouras.edu.br/index.php/RPU/article/view/2291
  6. Lefèvre F, Lefèvre AMC. O discurso do sujeito coletivo: um novo enfoque em pesquisa qualitativa; desdobramentos. 2003 [citado 14 de janeiro de 2025]; Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001347796
  7. Bittencourt MS, Silva AG. A saúde do homem: desafios e perspectivas. Rev Bras Epidemiol. 2018;21(1):1-12. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/enfermagem/article/view/40993
  8. Carvalho MDS, Santos MTSD, Silva PTDH, Gomes JP, Silva PME, Albuquerque GCD, et al. Desafios do rastreio do câncer de mama em pessoas transgêneros. RSD [Internet]. 22 de julho de 2021 [citado 14 de janeiro de 2025];10(9):e11810917772. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/17772
  9. Helen Caroline Dias Lima, Walter Italo Silva Travassos, Graziela Da Silva Moura, Josiane Nunes Do Nascimento, Ginarajadaça Ferreira Dos Santos Oliveira. Câncer de mama em homens: abordagens terapêuticas, estratégias preventivas e intervenções de conscientização com ênfase na prática do enfermeiro. 21 de novembro de 2023 [citado 14 de janeiro de 2025]; Disponível em: https://zenodo.org/doi/10.5281/zenodo.10183070 
  10. Cypriano ADS. Ações promotoras de saúde frente ao câncer da mama masculina: subsídios ao gerenciamento do cuidado de Enfermagem na Atenção Básica [dissertação]. Rio de Janeiro: Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2017.
  11. Ministério da Saúde [Internet]. [citado 15 de janeiro de 2025]. ‘Linha Azul’: Ministério da Saúde lança linha de cuidados do homem no ‘Novembro Azul’. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021/novembro/2018linha-azul2019-ministerio-da-saude-lanca-linha-de-cuidados-do-homem-no-2018novembro-azul2019
  12. Amaral DED do, Muniz RM, Cardoso DH, Noguez PT, Fagundes RF, Viegas A da C. Câncer de mama masculino: o contexto do sobrevivente. Rev enferm UFPE on line [Internet]. 5 de abril de 2017 [citado em 14 de janeiro de 2025];11(5):1783-90. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/revistaenfermagem/article/view/23324